Argentina

Dia 1: Buenos Aires (Argentina) - Aeroporto, telefone celular, hotel, Milion e The Kilkenny

quinta-feira, maio 24, 2012

Chamaria esta história de "Buenos Aires Express", na verdade, pois foi uma viagem muito rápida e com objetivos muito bem definidos. Tudo começou quando fui para a Argentina em março e descobri que, em dois meses, Buenos Aires receberia um dos meus cantores preferidos de todos os tempos, o uruguaio Jorge Drexler. Fiquei doida, mas não comprei o ingresso. Um mês depois, o ingresso chegava em casa e sim, era um presente da minha mãe maravilhosa. Nem acreditei! Falei pra Lu e ela topou ir junto comigo.

Voamos para Buenos Aires no dia 19 de maio e já havia sido um dia longo, pois fomos até o Horto para o almoço de comemoração do casamento de uma amiga e na volta nos perdemos. O que era para demorar 25 minutos levou mais de 1 hora. Fora que o GPS estava muito louco e indicava caminhos que duravam 6 horas. Mais fácil ir para a Argentina de carro? Talvez. Com o voo marcado para 18h25, deveríamos estar no aeroporto às 16h30, mas antes teria que deixar meu carro em um dos estacionamentos próximos à Cumbica. A Lu havia achado um na internet com diária de R$ 13, mas foi impossível encontrá-lo. Optamos então pelo Airport Park, com diária de R$ 25,90, que fica bem no caminho para o aeroporto e, ao que parece, foi a melhor decisão, pois tudo é bastante organizado e seguro. A van nos levou em quatro minutos para o aeroporto e às 16h45 estávamos na fila do check-in.


Desta vez, voamos para o Aeroparque, parecido com o aeroporto de Congonhas, pois fica mais próximo do centro de Buenos Aires. Para se ter uma ideia, o nosso hotel fica a 32 km do aeroporto de Ezeiza, enquanto do Aeroparque a distância é de pouco menos de 8 km. Baita diferença e ainda com voos mais baratos. Como chegamos tarde, depois das 21h30, não encontramos a loja da Personal aberta para comprar o chip para o celular. A Lu fez um update no post sobre uso de celular e contou o que aconteceu por lá.

Foto da pista antes de levarmos bronca sobre não poder tirar foto. =/
Como eu havia levado meu chip, telefonei para a Soledad, taxista que havia conhecido na última vez que fui à Argentina, e ela foi nos buscar. Chegamos ao Hotel San Antonio 372 e vimos que a localização realmente era muito boa. Área movimentada em uma região bastante central, além de estar perto do porto, lugar para onde iríamos no dia seguinte. Check-in resolvido, subimos para o sétimo andar no apertado elevador do San Antonio.


O hotel é muito bacana e as fotos do site são bastante fieis à realidade do lugar. Para nossa surpresa, nosso quarto tinha dois quartos (inception), um com duas camas de solteiro e outro com cama de casal. Banheiro bacana, sem janelas, no entanto, mas de bom tamanho. Os quartos são amplos, com janela, televisão e armários, mas sem frigobar. Cama macia com boa roupa de cama e eu achei os travesseiros da cama de casal incrivelmente confortáveis. Ah, eu fui mais rapidinha e peguei o quarto maior. hahaha

Hotel San Antonio 372 e eu largadinha na sarjeta, mas sempre com classe. :P
O único problema é que, assim como todos os prédios em Buenos Aires, este também é muito velho, ou seja, com paredes muito finas. Entramos no quarto e não demorou cinco minutos -- juro -- para que ligassem da recepção dizendo que dois quartos (os únicos) haviam reclamado de barulho. Calma, cara.

Nos arrumamos e às 23h a Soledad foi nos buscar para nos levar a um restaurante/bar que a Simone Grazielle, amiga da Lu, havia indicado. Chegamos ao Milion, um lindo casarão na Recoleta que tem restaurante com pouco mais de 30 lugares, restaurante de tapas (petiscos) na parte inferior, um jardim e bar com um clima de gente descoladinha que saiu para "beber uns drinks".


Darei detalhes do Milion em outro post sobre onde comer em Buenos Aires, mas gostamos do lugar. A comida estava boa, não excelente, mas foi uma experiência interessante estar ali. Depois do jantar, fomos para a parte de trás da casa, onde funciona o bar, mas não nos animamos a beber. Fomos embora pouco depois da 1h.


Ligamos novamente para a Soledad, que nos buscou e nos levou até o hotel. Ao lado do hotel havia o The Kilkenny Irish Pub, um pub com cara super tradicional, e haviam algumas pessoas na porta, mas quando entramos era nítido que a festa já havia acabado.


Mega escuro, fomos até o bar, onde barmans pouquíssimo solícitos não fizeram o menor esforço para nos atender. Com cerveja cara -- uma Heineken estava 39 pesos (R$ 17,50) -- e péssimo serviço, fomos embora para dormir e nos preparar para mais um longo dia nesta viagem.

Até mais!

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