#SinTrip

Petrópolis (Rio de Janeiro) - Visita à Cervejaria Bohemia

quarta-feira, dezembro 19, 2012

A convite da Ambev, viajamos até Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, para conhecer a incrível Cervejaria Bohemia, um espaço com mais de sete mil metros quadrados que reúne a história da primeira cerveja pilsen a ser produzida, desde 1853, no Brasil. Em nossa viagem, também conheceríamos a nova cerveja da família Bohemia, a Imperial. Saímos bem cedinho no domingo, dia 8 de dezembro, do Aeroporto de Congonhas, com destino ao Aeroporto Santos Dumont.



Descobrimos no desembarque que estávamos em um grupo grande e fomos muito bem recebidos pela equipe da Ambev. Partimos, então, em uma van rumo à cidade imperial de Petrópolis, uma viagem que levaria cerca de 1h30. Chegamos à cervejaria, que foi a planta original de produção até 1997, quando foi transferida para São Paulo. Em maio deste ano, no entanto, a Bohemia reabriu as portas para receber visitantes e proporcionar uma experiência cervejeira como em nenhum outro lugar no Brasil. A cervejaria fica localizada na região central da cidade, bem próxima a outras atrações, como a Casa Santos Dumont ou o Museu Imperial, então, não é difícil encontrá-la.

A recepção da cervejaria já tinha fila de visitantes antes do meio-dia
Percebemos logo na entrada que este é um passeio muito popular, pois já havia fila para comprar ingresso. Para realizar a visita que dura, mais ou menos, 2h30, o visitante pagará R$ 19,50, mas moradores de Petrópolis e estudantes pagam R$ 9,50. Muito legal, não é? Menores de 18 anos não pagam, mas devem entrar acompanhados de adultos. Recebemos nossas pulseirinhas e iniciamos nossa experiência.



Na pulseirinha está impresso um código de barras com as suas informações. Logo no início do passeio há um totem onde você cadastrará as suas redes sociais, como Facebook e Twitter, pois poderá compartilhar a sua experiência enquanto realiza a visita. Demais! Partimos então para o andar superior e chegamos à Saga da Cerveja, uma estrutura incrivelmente incrível montada para contar a origem da bebida mais amada do Brasil desde os primórdios, na Mesopotâmia, há oito mil anos, passando pelo Egito, pela Idade Média, os monges e chegando aos dias de hoje. Eles não deixam passar nada, de detalhes sobre os ingredientes ao aperfeiçoamento do processo cervejeiro até os dias de hoje.


O mais legal é que o trajeto é super interativo, com telas que contam a história da Bohemia, cronologia detalhada, processos de envasamento e fermentação, e pudemos até  fazer o brasão da nossa taberna #SinTrip. :)

Nosso brasão :D
Toda a experiência na Cervejaria Bohemia é interativa e super educativa
Continuamos nossa caminhada, passando por uma área em homenagem à cidade de Petrópolis, e subimos, então, para o quarto andar, onde fica a sala do Mestre Cervejeiro. Nesta sala dá para sacar direitinho todos os elementos que dão a cara à Bohemia e achamos linda, sóbria, com uma iluminação incrível. Ali há uma discípula do Mestre Cervejeiro que conta tudo sobre a família Kremer, fundadora da marca.

Sala do Mestre Cervejeiro, com vários itens que dão uma cara especial e sofisticada à marca
Este globo é um cooler! Fiquei apaixonada por ele!
Partimos, então, para as salas onde conhecemos sobre os ingredientes da cerveja e o processo de fabricação. Todinho mesmo. Até que, por fim, conhecemos o mestre cervejeiro e bebemos a Bohemia tirada diretamente da fonte (eba!). É legal reforçar que todos, absolutamente todos os profissionais, ou melhor, discípulos do mestre cervejeiro, são muitíssimo bem preparados e informados para tirar qualquer dúvida que você tenha, seja sobre o museu quanto perguntas técnicas sobre o processo. Incrível!


Seguimos para a sala de degustação, onde finalmente provaríamos a Bohemia Imperial, edição limitada da marca para comemorar a reabertura da cervejaria em 2012 e que remete à cerveja servida em momentos especiais da realeza brasileira. Desenvolvida pelo mestre cervejeiro da Ambev, Luciano Horn, a cerveja traz uma combinação de três tipos de malte e um lúpulo raro, que é produzido e importado da República Tcheca. A cor do líquido é espetacular, um pouco mais turva, e tem um aroma adocicado. O sabor é forte, com um final amargo e tem 5,2% de teor alcoólico. Um detalhe incrível é a garrafa, que, diferente das demais, tem uma tampa de pressão e impressão do rótulo feita diretamente na garrafa. Ela tem uma pegada antiga, linda mesmo.


Antes de sair do museu nos indicaram uma sala onde há totens interativos para montar fotos e compartilhar nas redes sociais. Há um, em especial, com fundo verde, para que você escolha de qual imagem você quer fazer parte. Há campos de trigo, barris de cerveja, garrafas etc. Claro que fizemos a nossa também! :D


Bom, depois da degustação, é óbvio que ficamos mais alegres que o normal... aproveitamos e ainda paramos para bater um papo com o Luciano, olha só:


Por fim, nosso dia terminaria deliciosamente bem no Boteco Bohemia, um bar que fica na cervejaria e tem o melhor croquete de carne que já comi na vida. Ali é point não somente para quem mora em Petrópolis, mas para todos os cariocas que sobem a serra para se deliciarem com as cervejas e os acepipes servidos no boteco. Vimos até alguns miquinhos muito safados que ficam por ali, só esperando que alguém dê alguma coisinha para eles comerem. Ah, lá pelas 15h30 começa um show de chorinho que rola todos os sábados e domingos. Dica de quem trabalha por lá: se fizer uma visita, programe-se para chegar cedo, pois a lotação em dias de calor é certa.




Fechamos nosso dia com chave de ouro, pois pudemos não somente tomar mais Bohemia Imperial (ainda não está sendo vendida para o público) e comer, mas batemos um papo com a turma da Bohemia. Pessoas incríveis e super entendidas do assunto, o que nos deixou muito satisfeitas e felizes por termos aceitado o convite. 


Esperamos que você tenha gostado deste relato e faça planos de visitar a cidade imperial mais animada do Brasil. Nós já estamos planejando a nossa! :D

Até mais!

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