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Dia 1: Cidade do México (México) - Chegada e passeio noturno

Written By Luciana Sabbag on domingo, março 11, 2018 | domingo, março 11, 2018

No sábado, dia 25 de fevereiro, acordei às 4h30 da manhã e tomei o Airport Bus Service das 6h, de Congonhas para Guarulhos. Cheguei no Aeroporto Internacional às 7h e corri para o check-in da Aeromexico.

Fui tão bem atendida, mas tão bem atendida, que a minha vontade era já sair escrevendo o post "Minha experiência com a Aeromexico", agradecendo a todos os funcionários! Sobre isso, você lê o outro post.

Como eu tinha chegado cedinho e o aeroporto estava bem vazio (ah, que ótimo que é voo diurno!), aproveitei para passear pelo Duty Free e para tomar o meu café da manhã (um sanduíche que eu levei de casa, porque não sou trouxa de pagar vinte reais por uma coxinha). Embarquei às 9h35, no Boeing 777-200, voo AM15, super pontual. 

Dia 1: Cidade do México (México) - Chegada e passeio noturno

Foram quase 10 horas de voo, mas foram as melhores horas que já passei em avião, afinal, não havia ninguém ao meu lado e eu pude, lindamente, ocupar os três assentos da minha fileira! Adoro quando isso acontece! :D



Assim que cheguei à Cidade do México, lá pelas 16h (hora local), me deu uma tontura absurda – até achei que fosse desmaiar, mas ficou tudo bem. Deve ter sido a altitude. São Paulo fica a 760 metros do nível do mar, enquanto a Cidade do México fica a 2.250 metros. Dá uma diferença, né? 

Mas dureza mesmo foi ficar mais de uma hora na fila da imigração. Eu nunca tinha visto tanta gente, de todos os lados, para carimbar o passaporte. Ainda bem que não comprei ingresso para a lucha libre, que começaria às 19h. Não daria tempo de chegar à Arena Mexico nem em sonho! 

Dia 1: Cidade do México (México) - Chegada e passeio noturno

Na imigração, a mocinha pediu para ver meu passaporte, minha passagem de volta e minha reserva de hotel. Informaram-me no consultado mexicano que, se eu tivesse o visto para os Estados Unidos, não precisaria de visto para o México, então nem me preocupei. Meu visto estava no passaporte antigo e acabei nem mostrando. A moça não pediu nem perguntou. Só me questionou se eu estava viajando sozinha. Eu disse que sim, que estava ali para assistir ao show do Luis Miguel. Ela deu um sorriso e eu logo puxei papo: "eu amo Luis Miguel! Este é o quarto show dele que vou fora do Brasil. E você? Gosta dele?". Ela respondeu "eu amo Luis Miguel!" – carimbou meu passaporte – e "aproveite o show!".

No aeroporto mesmo, encontrei uma loja que vendia cartão SIM para o celular. Perguntei o preço e quase caí para trás: 20 dólares. Ah, mas não mesmo! Eu tinha certeza que encontraria meu chip mais barato (e encontrei). Só fiquei preocupada em como chamar o Uber sem internet. Procurei por um wi-fi e apareceu um que, ao fazer o cadastro, eu tinha direito a 15 minutos de graça. Bingo!

Chamei o Uber e, do Aeroporto Benito Juarez até o meu hotel, em frente ao Monumento a la Revolución, gastei 33 minutos e MX$ 122,93 (vezes R$ 0,17 = R$ 20,89). Baratinho!

E para encontrar o hotel? O endereço não batia e, para não ficar rodando de Uber, acabei descendo do carro. Eu lembro de ter visto no Google Street View que era bem em frente ao Monumento. Dei a volta toda uma vez e nada. Dei outra volta e achei. Hahaha.

O Hotel Arizona (Av. de la Republica No. 20, Col. Tabacalera) parece aqueles muquifos de centro, mas achei bem limpinho. Não tem nada. Nada mesmo: frigobar, secador de cabelo, adaptador de tomada, café da manhã, wi-fi no quarto, snack machine... Nada! Mas eu não viajei para aproveitar hotel, então não me importei.

Deixei minhas coisas e logo saí para buscar meus ingressos em um ponto de retirada da Ticketmaster (como contei que eu teria que fazer, nesse post) e para comprar um SIM Card. Perguntei na recepção do hotel como eu chegaria a tal Fábricas de Francia (uma loja tipo magazine, que tem de tudo) e o cara foi tão grosso e respondeu com tanta má vontade (disse que só de táxi), que eu ignorei o que ele disse. Dei um print no Google Maps (na recepção tinha wi-fi) e saí andando. 

No fim, era bem pertinho. Eu só estava com receio porque não sabia se a região era perigosa. Cheguei ao Forum Buenavista, um centro comercial/shopping, saquei dinheiro no Santander (porque a anta aqui esqueceu de trocar dólares no aeroporto) e achei a tal loja. Havia um estandezinho da Ticketmaster no canto, onde eu peguei os ingressos que eu havia comprado e ainda tive que pagar 10 pesos de taxa por cada um.

Dia 1: Cidade do México (México) - Chegada e passeio noturno

Ali mesmo na loja, havia um estande de celulares. Perguntei se eles vendiam SIM Card e, para a minha alegria, sim. Comprei um da AT&T por MX$ 200 (R$ 34), com 3GB de internet e ligações locais, para os EUA e Canadá, ilimitadas.

Os vendedores tentaram instalar o chip pra mim, mas não estava dando certo. Diziam que o problema era o meu aparelho. Eles ligaram na AT&T e ficaram séculos no telefone, tentando resolver o meu caso. Eu já estava ficando nervosa porque já era tarde e eu estava morrendo de fome, até que minha bateria acabou e, quando colocamos o celular para recarregar, pronto, já estava tudo funcionando. Bastava reiniciar o iPhone! Antas? Sim, todos nós.

Saí da loja umas 21h30, mas com internet em mãos. No caminho, passei no Walmart para comprar adaptador de tomada (já que o hotel não empresta e nenhum aparelho brasileiro entra na tomada de lá. #gratidãoLula) e alguma coisa para comer. 


Acabei comprando umas bobagens para deixar no hotel e água, muita água. O clima na Cidade do México é absolutamente seco e o ar é super poluído. Logo de cara eu já senti meu nariz e meus olhos arderem. Além da tontura que comentei.

Quando eu estava quase chegando no hotel, vi um lugarzinho ali do lado chamado Taco Naco. Havia um monte de gente na calçada, tomando cerveja e assistindo a um jogo de futebol. Pensei que poderia ser uma boa ideia comer algo quentinho (e não chocolate do Walmart). 

Dia 1: Cidade do México (México) - Chegada e passeio noturno

Expliquei para a garçonete que eu não era dali e que queria experimentar o prato mais pedido. Ela sugeriu os tacos de pastor (que eu soube só agora que são de ombro de porco) e eu achei bem gostosinho. Comi 3 tacos e tomei uma Coca-cola. Gastei MX$ 90 (R$ 15,30).



Terminei de comer e voltei para o hotel. Tomei um banho e capotei, ansiosa pelo dia seguinte. :)

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Sobre Luciana Sabbag

Jornalista, 34 anos, canceriana, chorona. Se emociona com tudo. Vive sem muito planejamento, mas com muitos planos.

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