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Dia 6: Cidade do México (México) - Pablo Alborán no Auditorio Nacional e La Metiche

Written By Luciana Sabbag on quarta-feira, outubro 17, 2018 | quarta-feira, outubro 17, 2018

Voltei do meu passeio pelo Centro Histórico com a ideia de pegar um turibus e conhecer o bairro de Polanco, mas eu estava realmente exausta. Então, tirei um cochilo reparador e acordei na hora de me arrumar para mais um show no Auditorio Nacional, onde eu havia assistido ao Luis Miguel na noite anterior.

Dia 6: Cidade do México (México) - Pablo Alborán no Auditorio Nacional e La Metiche

Como contei aqui, o mexicano Luis Miguel e o espanhol Pablo Alborán foram o motivo da minha viagem. Afinal, quando eu teria outra oportunidade de assistir aos dois shows de uma vez? 

Saí do hotel e caminhei até o Paseo de la Reforma, onde tomei um ônibus chamado Auditorio. Desci na porta da casa de show. Foi ótimo! O único problema é que ônibus não aceita o cartão do metrobus e é preciso ter dinheiro trocado para pagar direto ao motorista. 

Dia 6: Cidade do México (México) - Pablo Alborán no Auditorio Nacional e La Metiche

Na porta do show, lá estava o camelódromo comercializando tudo do Pablo Alborán, menos ele mesmo. Dessa vez eu fui preparada para comprar uma camisetinha e outros regalitos. Acabei comprando um DVD falseta do show do Pablo Alborán que eu fui em Madri, porque não existe esse DVD para vender no Brasil e eu queria ver se eu realmente apareço levantando a bandeira brazuca. 

Dia 6: Cidade do México (México) - Pablo Alborán no Auditorio Nacional e La Metiche

O show foi maravilhoso, apesar de um cara chatíssimo ao meu lado cantar mais alto que o Pablo Alborán, bem na minha orelha. O lugar que eu sentei foi bem melhor, mas não aconselho sentar na lateral, não, porque a visão do palco é parcial. Ainda assim, eu estava mais perto do Pablo que do Luis Miguel, então valeu mais a pena.

 

Depois do show, caminhei até a frente do Parque de Chapultepec para me encontrar com o Jesus, o mexicano gentil que eu conheci na noite anterior, a caminho do show do Luis Miguel. Havíamos combinado de sair para dançar ou algo do tipo.

Eu sei que sou meio doida, mas, não sei porque, confiei. Ele foi me buscar no show e fomos para outra cidade (a Ciudad Satélite), em outro estado (o Estado de México), perto de onde ele mora, a mais ou menos 30 minutos da Cidade do México. Na verdade eu estava com um pouco de receio por estar indo para tão longe, mas, graças a Deus, o Jesus foi realmente um gentleman (hahaha, a frase ficou bem religiosa, né?).

Passamos por uma rua chamada Pafnuncio Padilla, que é cheia de bares e baladas. Ele perguntou ao flanelinha qual era a programação da La Metiche e responderam "banda". Imaginei, então, que haveria uma banda de qualquer coisa, rock ou sei lá, mas o que eu não sabia era que banda é um ritmo mexicano. Um ritmo bem tradicional (e bem cafona), que todo mundo adora.


Achei simplesmente o máximo tudo aquilo. Uma balada super hiper brega, com uma banda uniformizada de ternos metálicos, pessoas dançando, palhaço fazendo escultura de balões, meninos vendendo flores... Parecia que eu estava em uma boate de Mariposa del Barrio. Eu jamais conheceria um lugar assim não fosse o Jesus. Ele me ensinou a dançar banda, tomamos umas cervejas e curtimos bastante. Eu estava morta de cansaço, mas foi uma delícia!

Quando a noite acabou, ele me levou até o meu hotel, no centro da Cidade do México, e nos despedimos com tristeza. Eu adorei conhecê-lo e adorei a nossa noite. Afinal, eu não poderia ir embora do México sem minha tradicional paixonite de viagem e as promessas de futuros encontros, né?

Já passava das 4h quando me deitei para dormir.
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Sobre Luciana Sabbag

Jornalista, 34 anos, canceriana, chorona. Se emociona com tudo. Vive sem muito planejamento, mas com muitos planos.

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