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Dia 7: Cidade do México (México) - Lucha Libre

Written By Luciana Sabbag on quinta-feira, abril 18, 2019 | quinta-feira, abril 18, 2019

Quando terminei o meu tour pela Cidade do México, peguei o Turibus para o Paseo de La Reforma. Expliquei tudinho sobre o Turibus, o tour oficial da cidade, no post anterior.

Eu queria muito assistir à Lucha Libre, aquela famosa luta ensaiada, bem teatral, que foi moda nos anos 80 por aqui. Planejei comprar o ingresso, ainda do Brasil, mas acabei não fazendo porque não tinha certeza do que eu faria nas minhas noites mexicanas. Como aquela sexta-feira já era minha penúltima noite, eu tinha que ir. Assim, até por preguiça de ter que comprar ingresso e me virar de Uber, aceitei a proposta da guia do Turibus de comprar o Turiluchas com desconto.

Dia 7: Cidade do México (México) - Lucha Libre

O Turiluchas é o passeio temático do Turibus, que leva o público, dentro de um ônibus turístico panorâmico, à Arena México, onde acontece a luta. No caminho, um lutador profissional acompanha os turistas e todos ganham uma máscara típica. Depois da luta, o ônibus retorna ao Paseo de La Reforma.

O Turiluchas custa MX$ 650 (aproximadamente R$ 130) e, por eu ter comprado o Turibus naquele dia, paguei MX$ 450 (aproximadamente R$ 100) pela credencial. Caro.

O ônibus estava marcado para 19h. Já eram 18h quando cheguei ao Reforma 222, o shopping ponto de encontro do Turiluchas. Subi correndo para comprar alguma coisa para comer porque eu não sabia quando ia conseguir jantar. Escolhi o Sixties Burger para um lanche rápido.


Terminei de comer e já entramos no ônibus. 

O lutador profissional que nos acompanhou foi o Okumura, um japonês que se mudou para a Cidade do México há 12 anos, para viver da Lucha Libre. Simpático e gente boa!

Não sei se a galera do meu ônibus estava muito desanimada, mas não achei muita graça no trajeto. Ou a minha expectativa é que estava grande demais, por causa do vídeo-propaganda do Turiluchas que vi no YouTube, ainda no Brasil. No vídeo a galera grita, faz bagunça... Na realidade estavam todos em silêncio.


Quando chegamos à Arena, tivemos que deixar nossas câmeras fotográficas no ônibus. É proibido entrar com câmera -- só pode celular. E o medo de deixar minha câmera e nunca mais tê-la de volta? Graças a Deus, isso não aconteceu!

Entrei na función (como é chamada a "partida" de luta) e não conseguia, de jeito nenhum, entender onde era o meu lugar. Vi uns lugares livres e sentei. Mas lá pelo meio do espetáculo, chegou o dono do lugar. Levantei e procurei outra cadeira vazia. No fim, descobri que meu ingresso era bem longe do ringue. Aí fiquei mais um pouco decepcionada com o tour. 

Foi divertido, dei risada e pude ver de perto a euforia dos mexicanos nas torcidas pelos lutadores. Mas eu teria gastado menos se fosse sozinha e acho que teria até me divertido mais, afinal, quando a luta acabou, vi os lutadores todos tirando foto com as pessoas, mas eu tinha que voltar correndo para o ônibus -- que tinha apenas 10 minutos de tolerância após o término da función.

De volta à Reforma 222, tomei um Uber e fui para o hotel.

Se você pretende ir à Lucha Libre, fica aí o meu conselho. Inclusive, as máscaras que ganhamos de presente são bem vagabundinhas e estão à venda em qualquer camelô.

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Sobre Luciana Sabbag

Jornalista, 35 anos, canceriana, chorona. Se emociona com tudo. Vive sem muito planejamento, mas com muitos planos.

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