segunda-feira, 21 de julho de 2014

Florianópolis: o que você precisa saber antes de viajar para lá

Quando o estresse chega e quando penso em descansar, o primeiro destino brasileiro que me vem à mente é Florianópolis, em Santa Catarina.

Nunca consegui associar Floripa à bagunça, apesar de já ter curtido umas baladas bem agitadas por lá. Florianópolis, a “sonífera ilha”, é a quarta cidade brasileira com melhor qualidade de vida, é um dos lugares mais bonitos do país e só por isso já merece a visita.

Fui para Floripa várias vezes e em diferentes épocas do ano. Já passei o Carnaval, já fui no alto inverno, já peguei todos os dias de chuva, já consegui um super bronzeado no calor... A temperatura média das máximas do mês mais quente varia entre 26℃ e 31℃; e a média das mínimas do mês mais frio fica entre 7,5℃ e 12℃. A temperatura média anual está em torno de 21℃., mas posso afirmar que todas as épocas têm o seu charme. 

Floripa dá uma preguiça gostosa, uma vontade de ficar o dia todo de bobeira. Se está frio, gosto de ir (bem agasalhada) à praia de Moçambique, que é quase deserta, e ficar o dia todo lendo um livro e ouvindo o barulhinho do mar. Se está calor, quero camarão e cerveja gelada, na costa da Lagoa da Conceição.

Esmalte descascando e frio na praia de Moçambique
Ah, camarããão! 
A cidade é bem grande e mais de 97% de seu território está situado na Ilha de Santa Catarina. Dentre suas mais de 100 praias, há lugares incríveis por todos os lados e o transporte não é nada prático. Por isso, minha principal dica para quem quer conhecer a ilha toda é alugar um carro. Sem ele, não dá pra conhecer quase nada (e você vai desperdiçar uma viagem que pode ser muito bacana). As distâncias são muito longas, os táxis acabam ficando caros e os ônibus não acessam pontos que podem ser do seu gosto. Fora o trânsito em alta temporada. 

A Ana e eu costumamos alugar carro na Hertz, próxima ao aeroporto Hercílio Luz e recomendamos o serviço. Com a reserva feita, é possível pedir que uma van lhe busque no aeroporto para que você retire o carro na loja, sem custo adicional. As diárias costumam começar em torno de R$ 92,00 (valor que você gastaria de táxi só em uma viagem de uma ponta à outra da ilha) e é preciso deixar um caução do valor total da reserva, em um único cartão de crédito - o que é ruim, porque se o seu limite do cartão for baixo, você ficará com o dinheiro bloqueado, mas não tem outro jeito. O pagamento, na entrega do carro, pode ser feito com mais de um cartão, mas o caução não.

Nosso carrinho lindo alugado

Para quem pretende ficar a pé, aconselho a hospedagem na praia da Joaquina ou na praia da Barra da Lagoa, onde a maioria dos mochileiros (backpackers) ficam. Há surfistas por todos os lados e a distância até o centrinho da Lagoa, onde fica o agito, é pequena. Para quem curte um pouco de luxo, há resorts como o Costão do Santinho (no norte da ilha), um dos mais famosos do Brasil, e os hotéis cinco estrelas da praia de Jurerê.

Há muitos passeios (de barco e a pé) para se fazer em meio à natureza. Nos próximos textos vou indicar os que considero imperdíveis.

Beijo,

terça-feira, 15 de julho de 2014

Cancún: diversão no Caribe

Uma pequena Las Vegas, rodeada por praias de mar azul turquesa: Cancun é mais ou menos isso. Hotéis, hotéis, hotéis, resorts, restaurantes, baladas, diversão. Além de cultura, aventura e relaxamento, é claro. É o destino perfeito? Acredito que sim.

Cancun fica na costa do estado de Quintana Roo, no México, na península de Yucatán, considerada um dos principais centros turísticos do mundo. São cerca de 22 quilômetros de praias de areia fininha, divididos entre a lagoa e o mar. Com temperatura média anual de 27ºC, Cancun tem o clima ideal para o turismo – só evite os meses de agosto a outubro, por causa da temporada de furacões. As ruínas, as praias, a vegetação, os parques, a estrutura, tudo é propício para suas férias. Lá, você pode mergulhar com golfinhos, conhecer zonas arqueológicas das civilizações maia e asteca, nadar dentro de cavernas, praticar todos os esportes aquáticos, além de desfrutar da gastronomia local e curtir a noite super agitada, cheia de bares e baladas espalhados por toda a cidade.
Cancun está divida em cinco zonas principais: a Isla Cancun (ou Zona Hotelera), ilha de 23 quilômetros de extensão, onde se concentram as atividades turísticas; a Zona Urbana, onde mora a população cancunense e onde estão as instituições políticas, educativas e culturais da cidade; Puerto Juárez, onde vivem os pescadores e se encontram ótimos restaurantes e lojas locais; Franja Ejidal, uma zona de assentamentos ocupada pela parte mais pobre da população; e Alfredo V. Bonfil, a oito quilômetros do centro, habitado por colonos do norte do país.
A zona hoteleira rodeia o sistema da Laguna Nichupté, composto por sete trechos de lagoa: a Laguna Bojórquez, Cuenca del Norte, Cuenca Central, Cuenca Sur, Río Inglés, Del Amor e Laguneta del Mediterráneo. Uma boa pedida é fazer o passeio de lancha ou wave runner (a dois) na Laguna Nichupté.
Outra atividade imperdível, não importa a sua idade, é o mergulho com os golfinhos. Há diversas empresas que oferecem os mergulhos, dentro de hotéis ou em endereços específicos. Os preços variam de US$ 80 a US$ 170, dependendo do tipo de programa. Contate uma das operadoras indicadas pela secretaria de turismo de Cancún e veja qual programa é mais a sua cara entre o dolphin interaction, o dolphin swindolphin ride, o foot push e até ser treinador de golfinhos por um dia. Entre as operadoras, estão a Dolphinaris, a Delphinus Wolrd e aDoplhin Discovery.
Outra atração para quem curte os grandes animais marinhos é mergulhar com um tubarão-baleia. Assustador? Sim, mas fascinante também. O passeio é uma viagem de barco de aproximadamente seis horas e meia (ida e volta) às ilhas Holbox e Contoy, mas só acontece entre julho e agosto, quando as condições do tempo são ideais para atrair os bichões. A Ecocolors tem instrutores que falam português e garante que você verá o tubarão de pertinho, caso contrário, ela oferece um novo passeio de graça. Aliás, mergulhar para ficar de frente com aquela bocarra de quase dois metros não sai por menos de US$ 165. Mas vale a pena. Apesar de gigantes, os tubarões-baleia são super dóceis – e lindos!
Um lugar em Cancun que você não pode deixar de visitar é a Isla Mujeres, que fica a sete quilômetros do porto, como uma extensão da ilha maior. Lá, você poderá pescar, praticar snorkeling, comer em bons restaurantes, nadar em águas calmas e até visitar tubarões adormecidos em cavernas, tudo sem prédios à vista. À noite, os bares ficam lotados de gente jovem.
Visite também uma das pirâmides mais belas e completas da Zona Arqueológica da Península de Yucatán, a Chichén-Itza, eleita uma das sete maravilhas do mundo moderno. É uma viagem mística que você não pode perder.
Para quem curte programas mais culturais, o Centro de La Cultura promove eventos de teatro, música e dança típicos de Quintana Roo. O Centro fica na Prolongación Av. Yaxchilán S/N. Se quiser fazer compras, dê um pulo no La Isla Shopping Village, que possui, além das 200 lojas, ótimos restaurantes. O shopping fica na Blvd. Kukulcán km 12.5, Zona Hotelera.
À noite, vá tomar sua tequila favorita na casa mais tradicional de Cancun, a Coco Bongo, que recebe turistas de todas as idades. Outra opção é o Dady’O, do outro lado da rua, e igualmente disputado. Nessas baladas, os DJs tocam de tudo, de hip hop a pop. Se quiser curtir um som local, vá dançar reggaeton noMargaritaville.
Para relaxar, Cancun oferece diversos programas em luxuosos spas e hotéis de cadeias internacionais. Você pode escolher entre uma massagem na praia e um banho a vapor no meio da selva. Ah, Cancún… Você precisa experimentar!
Beijos,

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Não desvie o olhar para o turismo sexual infantil

Turismo Sexual Infantil é a inclusão de exploração sexual comercial de crianças e adolescentes nos pacotes para turistas nacionais ou estrangeiros. Os exploradores promovem essas viagens porque encontram facilidades para a exploração infanto-juvenil em hotéis, bares e clubes noturnos. As viagens de turismo sexual costumam ser organizadas de maneira informal entre amigos, mas há também casos de participação de agentes de viagem. 

O Brasil possui um dos maiores níveis de exploração sexual infanto-juvenil do mundo. De acordo com o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, uma rede de organizações não-governamentais, estima-se que existam 500 mil crianças e adolescentes na indústria do sexo no Brasil (dados de 2012). Este índice tende a crescer ainda mais com a Copa do Mundo.


Um estudo da fundação francesa Scelles comprova que as grandes competições internacionais permitem que as redes criminosas “aumentem a oferta” de pessoas e crianças que são prostituídas. Na África do Sul, por exemplo, o número estimado aumentou de 100 para 140 mil, durante a Copa do Mundo de 2010.

Agora faltam poucos dias para os olhares de todo o mundo se voltarem para o Brasil, país sede da Copa do Mundo de 2014. E nós não podemos desviar o olhar: abuso e exploração sexual infantil são crimes!


A Plan International Brasil, uma organização não governamental de desenvolvimento presente em 69 países, convoca todos os torcedores, brasileiros e estrangeiros, a espalharem a mensagem da campanha Copa das Meninas, que tem como principal objetivo alertar a população sobre a situação da proteção infantil durante a Copa. Confira o vídeo:


No hotsite da campanha, www.copadasmeninas.org.br, você também pode fazer doações – nos valores de R$ 25,00, R$ 50,00 ou R$ 100,00 – que serão aplicadas em projetos que têm o objetivo de capacitar e empoderar crianças, adolescentes e suas comunidades para que adquiram competências e habilidades que os ajudem a transformar suas realidades. Todo o recurso arrecadado será integralmente revertido na expansão de três projetos já desenvolvidos no Brasil: "Futebol Feminino", "Turismo e Proteção à Infância" e "Soluções de Empregos para Jovens".

Espalhe esta mensagem.
Se presenciar qualquer situação de violência contra crianças e adolescentes, DISQUE 100 e denuncie!


Beijos,

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Líbano: tudo que você precisa saber antes de viajar para lá

O Líbano foi o país que mais gostei de conhecer até hoje. Acredito que, dificilmente, outro lugar alcançará o topo da minha lista. É claro que eu tenho uma razão pessoal para isso: minha origem é libanesa e todos os costumes que aprendi quando criança, pude presenciar de pertinho. Mas não é só por isso! O Líbano é apaixonante e todas as pessoas que eu conheço que visitaram este país têm a mesma opinião que eu. E olha que nem pudemos curtir o verão libanês, que dizem ser espetacular! Eu e a Ana chegamos na terra dos “brimos” em fevereiro, no alto inverno, numa noite de neve e vento gelado. O Líbano tem as estações do ano muito bem definidas: no verão, o negócio é curtir a praia num calorzão de 35 graus; no inverno, é se divertir na neve (muita neve), admirar a paisagem dos montes de topos branquinhos e curtir o aquecedor dos cafés do Hamra.


Se você pretende visitar o Líbano, a primeira coisa que você precisa saber é que brasileiros precisam de visto, sim, mas isso você pega no aeroporto lá de Beirute mesmo: basta preencher um formulário quando desembarcar e pegar a fila da imigração. Esta regra ainda está valendo, mas é sempre bom dar uma conferida com a embaixada ou com os consulados libaneses (www.libano.org.br), antes de partir.  Porém, se você tiver um carimbo de Israel em seu passaporte, pode preparar sua volta, pois ninguém lhe deixará adentrar o país. Brigas políticas, sabe como é!  E é exatamente por isso que vão olhar folha por folha do seu passaporte e lhe farão mil e uma perguntas no guichê. Não se assuste com isso, nem com os oficiais do exército nem com a bagunça que é o Aeroporto de Beirute. Ficamos receosas, mas depois entendemos que esse é o jeito dos libaneses. E, mesmo assim, eles são super acolhedores. Esses países que já passaram por muitos conflitos e guerras sempre têm uma política mais desconfiada para tratar os estrangeiros... Não se sinta intimidado. É compreensível.

Assim que você chegar, pode pegar um taxi para o seu hotel. Sugiro que você se hospede ou no Hamra ou em Raouché, dois dos bairros mais famosos, badalados e agitados de Beirute. Um taxi do aeroporto para estes locais deverá custar em torno de 25 dólares. Como os taxistas saberão que você é turista, tentarão vender o caminho por muito mais. Até 35 dólares é tranquilo. Ah, sim! Não há taxímetro no Líbano! Todas as corridas devem ser combinadas anteriormente. Mas não se acanhe, os taxistas costumam ser bem honestos. Só não se esqueça: eles são árabes e adoram negociar! ;)

Peça-os para lhe levar a outras cidades. Não dá pra resumir o Líbano em sua capital: o país tem lugares incríveis que não podem deixar de ser vistos, como já contamos aqui no blog. Por fim, não se preocupe com o idioma local! Quase todas as pessoas (90% delas) sabem falar inglês e francês. E, é claro, todas entenderão suas mímicas. ;)

Boa viagem!


Beijos,






quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dia 14: São Paulo - Turismetrô

Demoramos, mas voltamos!
Como você deve ter percebido, estamos sem viajar desde que fomos para Cuba. E deixamos o blog paradão porque realmente não encontramos tempo para nos dedicar a ele - nem para viajar de novo. :(
Mas logo colocaremos o pé na estrada, porque não aguentamos ficar muito tempo paradas. :D
Enquanto isso, voltamos a narrar nossas aventuras pela selva de pedra que nos abriga. E aqui vai mais um episódio da #SinTrip de casa.
No sábado, dia 30 de março, resolvemos conhecer um programa oferecido pela São Paulo Turismo em parceria com o Metrô, chamado Turismetrô.
Confesso que eu nunca tinha ouvido falar sobre este programa, já que não sou muito de andar de trem, mas vi uma matéria na Folha de S. Paulo, e achei que seria bem interessante participar, principalmente porque o tema da vez era "Imigração Árabe" - assunto pelo qual eu quase não me interesso, né? Hahaha.

A Ana, minha prima Dunia, o namorado dela, Ricardo, e eu, nos encontramos na Estação Sé, em frente ao balcão do Turismetrô, às 8h da manhã. O passeio começaria às 9h, mas é bom chegar bem cedo porque o número de vagas é bem pequeno (25 por grupo). E, depois, não adianta reclamar, hein? ;)

A fila para participar do Turismetrô, às 8h30 da manhã
Muita gente ficou de fora do passeio
Para participar, é preciso preencher uma ficha no balcão do Turismetrô e comprar o número de bilhetes para o passeio. Em nosso caso, gastamos um bilhete até a Sé, do Paraíso a São Bento e outro para voltar pra casa.

Como falei acima, o tema do passeio era a "Imigração Árabe" e, como não poderia deixar de ser, nossa primeira parada foi na Catedral Ortodoxa, em frente à Estação Paraíso.


Lá dentro, o padre nos contou um pouco da história da Catedral, da imigração árabe e da religião Católica Ortodoxa (e as diferenças entre ela e a Católica Apostólica Romana):


Depois, visitamos o Monumento Mohamed V, bem em frente à Catedral. Este monumento foi doado ao município de São Paulo pelo Ministério do Artesanato do Reino do Marrocos.


Então, tomamos o metrô e descemos na estação São Bento, em frente ao Mosteiro de São Bento, onde o guia nos explicou um pouco da importância da imigração árabe para a região da 25 de Março, e partimos para a Casa da Boia, inaugurada em 1898.


Na comemoração dos 100 anos da Casa da Boia, foi inaugurado um museu no segundo andar da casa, onde vivia a família Rizakallah Jorge, dona da loja. Visitamos o museu e assistimos a um vídeo sobre a história da Casa da Boia.


Descemos para a 25 de Março, onde um ator fez uma encenação, contando um pouquinho da imigração árabe à região.


Fomos até à Rua Abdo Shahim, onde fizemos uma pausa para comer uma comidinha árabe e terminamos o passeio no Mercado Municipal. A Igreja Nossa Senhora também estava no roteiro, mas não deu tempo de visitá-la. Então, quando o passeio acabou, nós 4 fomos até lá. Linda igrejinha ortodoxa...


Depois voltamos no restaurante árabe (Raful) para almoçar direito. Gostamos bastante do passeio, mas achamos que foi um pouco superficial. Tudo bem que não dava tempo de explicar muita coisa, já que a duração seria de apenas 3 horas, mas talvez o guia pudesse saber um pouco mais. Nós já sabíamos sobre a história da imigração árabe e já havíamos visitados todos esses lugares, mas quem nunca o fez, talvez não tenha entendido muito bem.

Veja a matéria que passou na TV Cultura sobre o passeio deste dia:


Vamos experimentar outros passeios deste programa em breve. Se quiser experimentar também, fique atento à programação no site do Turismetrô.

Beijos!



sexta-feira, 15 de março de 2013

#SinTrippers 16

Oba, oba! Hoje é dia de mostrar nossos leitores queridos que lembraram de nós em suas viagens!

Participe você também!
Basta enviar uma foto (ou vídeo) para sintrip2011@gmail.com, com o nome do blog #SinTrip, em qualquer lugar do mundo, da maneira que você quiser (só não vale montagem!). E não precisa ser só viajando, pode ser em algum lugar bacana de sua cidade. ;)
Vamos aos #SinTrippers desta quinzena:

Joaquim Andrade - Malibu, Califórnia (Estados Unidos)
Joaquim é brasileiro, mora em Nova York e visitou Malibu, na Califórnia, em fevereiro de 2013. Instagram: @snacoj


Lara Giannotti - Cozumel (México)
Mora em São Paulo e visitou o México em março de 2013. Instagram: @laragiannotti


Carina Badaró - Disney California Adventure (Estados Unidos)
Morava em São Paulo e, ao se mudar para Los Angeles, em março de 2013, fez uma visita à Disney  da Califórnia. 

Adoramos!
Agora esperamos a sua foto!
Beijos e até a próxima!



sexta-feira, 1 de março de 2013

Dia 3: Fortaleza (Ceará) - E a #SinTrip Ceará chega ao fim

Depois de uma manhã torrando na praia, voltamos para o hotel. Assim que chegamos, encontramos a Tarsilla, que já estava nos esperando no Gran Marquise.
Tomamos um banho rapidinho, terminamos de arrumar nossas coisas e fizemos o check-out. Como ainda tínhamos tempo até a hora de ir para o aeroporto, pedimos para deixar as malas no hotel e saímos para dar uma última volta pela linda Fortaleza.

Paramos na famosa sorveteria 50 Sabores, colada no hotel, porque não poderíamos voltar para São Paulo sem provar um dos 50. Pedi um sorvete de dois sabores (R$ 12,00), mas me arrependi. Vem MUITA coisa -- diferente das sorveterias de São Paulo, que colocam uma colher ao invés de uma bola. Escolhi tapioca e castanha de caju. No fim, enjoei e joguei metade fora. :(
Mas é realmente incrível, com pedacinhos de tapioca e de castanha, hmmm! 


Passamos no Pão de Açúcar para sacar dinheiro -- o único lugar ali perto com caixa 24h, a umas 5 quadras do hotel. E caminhamos até o Jardim Japonês (Av. Beira Mar, 3313), uma grande praça, construída para homenagear o primeiro japonês que chegou em Fortaleza, Jusaku Fujita, em 1923. A praça possui 1.900 m² e toda a simbologia japonesa: lagos, nascentes, cascatas e pontes. 


Em clima de Japão, paramos na Barraca do Japa para tomar/comer alguma coisa antes de partir. Lugar feio, com gente feia. Não recomendo em nada!


Como contamos no vídeo, um cara muito doido chegou colocando a mão na comida da Tarsi e aquilo estragou todo o clima do nosso passeio. Pedimos a conta e voltamos para o hotel, para pegar as malas. De lá, tomamos um táxi e partimos para o aeroporto. Nos despedimos da Tarsi e fomos fazer o check-in (numa fila enorme!)
Como já sabíamos que a Gol não ia nos servir nem um refrigerante, passamos no Bob's (ai, não tem McDonald's no aeroporto, fuén) e compramos nossa "marmita". Afinal, sairíamos de lá às 19h e só chegaríamos em Guarulhos às 23h -- é óbvio que ficaríamos com fome, já que almoçamos um sorvete. Ah, sim, neste tipo de voo doméstico, é possível embarcar com comida e bebida na mão. :)


Em Guarulhos, aquele embaço corriqueiro de pegar a mala, esperar o transfer, ir para o estacionamento... 


E, quando chegamos no Airport Park, o carro estava sem bateria. O bom é que eles são bem preparados e fizeram a chupeta (ma ooooe) na hora. Saímos de lá, já passava da meia-noite. Fomos para nossas casas e descansamos de mais uma #SinTrip deliciosa. 
Que venha a próxima! :D

Beijos,