Machu Picchu (Peru): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Machu Picchu, a cidade perdida dos Incas, é considerada uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo, assim como a Muralha da China e a as Ruínas de Petra, na Jordânia. Machu Picchu é um grande ponto histórico do Peru, que recebe milhares de turistas todos os anos. Construída no século XV, no topo de uma montanha a 2.400 metros de altitude, o local é símbolo do Império Inca. Considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, o lugar foi descoberto apenas em 1911 e somente 30% da cidade é de construção original -- os outros 70% foram reconstruídos.

Machu Picchu (Peru): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Machu Picchu tem duas grandes áreas: a agrícola, formada por terraços; e a urbana, onde está a zona sagrada, com templos, praças e mausoléus. Para chegar lá em cima, você pode ir de trem ou fazendo alguma das trilhas pela montanha, vindo de Cusco. A mais famosa é a Trilha Inca (ou Camino Inca), que é bem pesada, boa para os aventureiros. Essa trilha fecha em fevereiro por causa das fortes chuvas, então é bom ficar ligado se quiser passar por ela. A cidade em si não fecha, a não ser que a chuva seja extremamente forte, mas reabre assim que a chuva passar. De qualquer maneira, é bom evitar os meses de fevereiro e março pra não correr o risco de ficar sem o passeio. Para fazer a Trilha Inca, você precisará, além de um bom preparo físico, reservar antecipadamente seu lugar no grupo. O limite máximo por dia, permitido pelo governo, é de 500 pessoas, portanto, o passeio é bem concorrido. Você pode checar a disponibilidade de datas no site www.machupicchu.gob.pe, mas não conseguirá fazer a reserva por ele. O viajante é obrigado a contratar uma agência credenciada pelo governo peruano para fazer o passeio. A lista dessas agências encontra-se neste link.

Há três formas para chegar em Cusco: pelo lendário Trem da Morte, por carro ou por avião. Se quiser ir pela primeira opção, o Trem da Morte, viagem conhecida entre os mochileiros, saiba que você precisará dispôr de pelo menos 20 dias, saindo do Mato Grosso do Sul. Pegue um ônibus da Viação Andorinhas até Corumbá e siga para Puerto Quijarro, na fronteira com a Bolívia. Pegue, então, outro ônibus, da Companhia Oriental, que lhe levará a Santa Cruz de la Sierra em 18 horas. De lá, pegue outro ônibus para La Paz, de onde você seguirá para Copacabana, na margem do Titicaca. Do outro lado está a peruana Puno, local de onde sairá o trem (Peru Rail) para Cusco e Machu Picchu. Para quem gosta de aventura, mas achou o roteiro um pouco longo, tome um voo direto para La Paz e o caminho será reduzido pela metade. ;)

Machu Picchu (Peru): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Se quiser ir de carro, você precisará de 15 dias disponíveis. O roteiro parte da Amazônia, passando por Rio Branco, a capital do Acre, de onde você seguirá em direção a Cusco pela estrada Interoceânica. Atravessar a maior selva tropical do mundo para chegar até Machu Picchu não é uma aventura fácil: a maior parte da estrada é asfaltada, mas há muitos trechos que são de terra, portanto, um 4x4 é o carro ideal. Se quiser optar por este meio, viaje entre junho e outubro, na época das secas, para que você não corra o risco de atolar o carro em nenhuma estrada.

Machu Picchu (Peru): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Por fim, a maneira mais convencional e objetiva é o avião. Há diversos voos diárias de empresas aéreas brasileiras e internacionais com destino a Lima, a capital do Peru. De lá, muitos voos domésticos, de aproximadamente uma hora, saem todas as manhãs em direção a Cusco. Se quiser ir para esta cidade de carro, vindo da capital, é só seguir a rodovia Panamericana Sur ou tomar um ônibus da Cruz del Sur. A viagem de Lima a Cusco, por terra, costuma durar 20 horas. Para chegar ao Peru, não precisa de visto (nem de passaporte): basta apresentar seu RG em bom estado.

Quando chegar, passe pelo menos um dia na cidade antes de começar a subida à cidade sagrada. Você já ouviu falar do Mal de Altitude? Pois a altitude elevada pode ocasionar alguns desconfortos como dores de cabeça, enjoo, vômito, tontura, falta de ar... Portanto é ideal que seu corpo tenha um tempo para se acostumar com a altitude de Cusco. Leve analgésicos na mala (veja aqui minhas dicas de como arrumar a necessaire de remédios), repouse e hidrate-se bem para melhorar os sintomas. No Peru e na Bolívia, os viajantes usam muito folhas de coca para mascar ou tomar em chá. Elas ajudam na caminhada, portanto, pode usar a vontade!

A noite de Cusco é bem animada, afinal, são muitos viajantes, de todas as partes do mundo, saindo para tomar uma cerveja peruana. E a experiência gastronômica pode ser bem interessante. A comida peruana,a combinação das cozinhas espanholas e africanas, com os segredos herdados dos incas, é uma das mais exóticas da América do Sul. Experimente os tradicionais ají de galinha e choros a la chalaça (espécie de marisco ao vinagrete). Para beber, prove o pisco sour, aguardente bem conhecida por ali.

Para se hospedar, há diversas opções (veja aqui), que ficam nos pés das montanhas e nas margens do Rio Vilcanota, com excelentes vistas para a natureza.

Machu Picchu (Peru): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Não se esqueça de que é preciso comprar ingressos para entrar na cidade de Machu Picchu (e você pode fazê-lo por este site http://www.machupicchu.gob.pe/).

Beijos,

Caminho de Santiago: Preparação física - Parte 2

Como expliquei no texto Caminho de Santiago: Preparação física - Parte 1, é muito importante acostumar o corpo a longas caminhadas. O ideal é que se comece aos poucos, andando curtos percursos, e aumentar a distância conforme a viagem se aproxima. Também é ideal caminhar por diferentes tipos de solo (asfalto, terra, subidas, descidas etc.) porque tudo isso fará parte do Caminho de Santiago. 

Desde o mês passado, estou fazendo pequenas caminhadas de, 3 a 6 Km, pelo meu bairro mesmo. Mas agora que faltam exatos três meses para eu embarcar para a Espanha, decidi começar as caminhadas mais longas. Então, no último sábado, eu e minha amiga da época da escola, Cintia Segura, fomos peregrinar pela nossa cidade. 

Começamos às 9h da manhã, na Paróquia Santuário São Judas Tadeu, que fica na Av. Jabaquara, 2682.

Caminho de Santiago: Preparação física - Parte 2

Caminhamos pela Avenida Jabaquara inteirinha, passando pela Praça da Árvore e pela Saúde. Quando chegamos à Vila Mariana, fizemos nossa primeira parada, na Paróquia Nossa Senhora da Saúde, que fica na Av. Domingos de Morais, 2387.


Continuamos até a Rua Vergueiro, demos uma paradinha na Paróquia Nossa Senhora do Paraíso, e seguimos pela Av. Paulista. Decidimos, então, descer a Rua Manoel da Nóbrega até o Parque Ibirapuera. Mas, quando chegamos perto do Círculo Militar, começou a maior chuva. 

Caminho de Santiago: Preparação física - Parte 2

Nos abrigamos em uma banca de jornal e esperamos a água diminuir. Depois, contornamos o Parque e seguimos pela República do Líbano. Caminhamos até Moema e, quando completamos 15 Km, paramos.

Caminho de Santiago: Preparação física - Parte 2
Acompanho todos os meus treinos e caminhadas pelo app RunKeeper 
Neste primeiro treino, tive a oportunidade de prever alguns probleminhas que posso encontrar na viagem. O primeiro deles é a meia. Muita gente me falou que eu devo usar duas meias para proteger os pés. Só que eu odiei andar com duas! Tanto que, quando completei 4 Km, parei, tirei as botas e guardei a segunda meia na mochila. Também vi que a meia pega meu dedinho do pé esquerdo. Já vou comprar uns curativos para enfaixá-lo no Caminho. A Cintia, por exemplo, sentiu o cano alto da bota pegar o tornozelo e já sabe que precisará de uma meia mais alta. Esses treinos são fundamentais para, além de amaciar as botas e nos adaptarmos a todos os acessórios, conhecermos nosso corpo. Ainda assim, sabemos que teremos algumas surpresas

Caminho de Santiago: Preparação física - Parte 2
Nossas botas Timberland impermeáveis, compradas no Meggashop Outlet, mantiveram nossos pés sequinhos! :D
Quando cheguei em casa, eu estava morta. No dia seguinte, minhas pernas queimavam. Isso prova que meu preparo físico é nada ainda. E, lá, não teremos tempo pra descansar os músculos, não: caminharemos 15, 20, 25 Km todos os dias. Por isso, a preparação é fundamental.

No próximo fim de semana tem mais. Aí eu conto como foi o desempenho e por que rota seguimos. Quem quiser me acompanhar, é só falar! :D

Beijos,

Petra (Jordânia): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Petra é uma importante região arqueológica da Jordânia, um país do Oriente Médio, que faz fronteira com a Síria (norte), Iraque (leste), Arábia Saudita (sul) e com o Golfo de Aqaba, Israel e com o território palestino da Cisjordânia (oeste). As ruínas que conseguiram sobreviver ao tempo são de uma beleza impressionante. Por mais que você nunca tenha visitado a Jordânia, já deve conhecer este monumento do filme Indianas Jones, certo? Foi lá que gravaram as cenas de Indiana Jones e a Última Cruzada, além de servir de cenário para algumas cenas de Transformers 2.

Petra (Jordânia): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Petra está situada entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba, perto do Monte Hor e do Deserto de Zin. A cidade começou a ser habitada por volta de 1200 a. C. e foi, durante muito tempo, importante rota comercial entre a Península Arábica e Damasco, na Síria. No ano de 312 a. C., a região foi colonizada pelos Nabateus que, com influência greco-romana e oriental, deixaram sua marca na arquitetura esculpida em rocha. Foram os nabateus que deram o nome de Petra ao enclave e nomearam a cidade como sua capital. Por volta de 63 a.C., o general romano Pompeu anexou Petra ao Império Romano. Petra passou dos romanos aos bizantinos em 395, quando Constantino fundou o império com capital em Constantinopla, que hoje é Istambul.

Petra prosperava até que um terremoto destruiu quase metade da cidade. muitos dos edifícios foram derrubados e reutilizados para a construção de novos outros. Mas, no ano de 551, um segundo terremoto, bem mais forte que o anterior, destruiu quase a cidade inteira. Dessa vez, Petra não conseguiu se recuperar da catástrofe.

Petra (Jordânia): o que você precisa saber antes de viajar para lá

As ruínas que restaram em Petra foram redescobertas pelo explorador suíço Johann Ludwig Burckhardt em 1812 e o local tornou-se objeto de curiosidade de visitantes e arqueólogos. Em 1985 Petra foi reconhecida, pela Unesco, como Patrimônio da Humanidade.

As ruínas de Petra formam uma área enorme e, por isso, são necessários pelo menos dois dias para conhecê-las -- até porque é preciso ter um bom preparo físico para as caminhadas em meio às rochas, desfiladeiros e paredões que permeiam caminhos estreitos.

A entrada custa em torno de 75 dólares para um dia de visita, caso você durma pelo menos uma noite na cidade. Quem faz bate e volta acaba pagando um pouco a mais pelo ingresso. Há bilhetes para um, dois ou três dias e a regra é a mesma de sempre: quanto mais dias você comprar, menos você vai pagar por cada um.

Lá, você fará uma primeira parada à frente do Al Khazneh, o Templo do Tesouro. Cheio de turistas, o local abriga a construção mais famosa de Petra que, até hoje, tem sua finalidade desconhecida. Dizem que ladrões haviam escondidos suas riquezas em uma urna no topo da construção e daí o nome do lugar.

Outro local importante nas ruínas é o El Deir, o Monastério. O acesso a ele é meio complicadinho, pois a caminhada demora uns 30 minutos, por uma longa escada de pedras, em um chão de areia. Muito cuidado para não escorregar, hein? Se preferir, pode alugar um burro dos beduínos.

Quando já tiver conhecido o Monastério, faça uma breve escalada até o vale de Wadi Musa. Os beduínos afirmam que, de lá, dá pra ver até a Arábia Saudita se o dia estiver limpo.

Outro passeio bastante famoso por lá é o “Petra by Night”, uma das atrações mais impressionantes da cidade. Durante à noite, são posicionadas quase duas mil velas por todo o desfiladeiro, iluminando apenas o caminho que leva ao Templo do Tesouro e o próprio monumento. Lá, acontecem apresentações de música típica e os visitantes são recepcionados com chá quente. O evento acontece às segundas, quartas e quintas a partir das 20h30.

Petra (Jordânia): o que você precisa saber antes de viajar para lá
Petra by Night
Você pode chegar à Petra vindo de Amã, a capital da Jordânia, por taxi ou, se preferir, de carro alugado. Veja aqui na Expedia, ofertas de passagens para a Jordânia, hospedagem e aluguel de carro.
Se quiser, você pode chegar à Petra vindo de Israel. Para sair do país, é preciso pagar uma taxa de 12 euros e pegar um táxi na fronteira. De lá até Petra, você gastará uns 75 euros para uma viagem de cerca de 200km.

De qualquer forma, para entrar na Jordânia, é preciso ter o visto. Mas este você consegue na hora do desembarque, no Aeroporto Internacional de Amã, pagando uma taxa de 20JD (dinar), o equivalente a mais ou menos 30 dólares. Se não pretende chegar pela capital do país, verifique qual é o procedimento de entrada pelo site Visit Jordan.

Por fim, minha dica é: programe-se para visitar a cidade na primavera e no outono porque as estações do ano são bem definidas por lá, ou seja, inverno brusco e verão sufocante. Além disso, no inverno, há muita chuva, o que pode dificultar seu passeio por Petra.

Beijos,

Ushuaia (Argentina): o que você precisa saber antes de viajar para lá


Já pensou em viajar para o fim do mundo?
Então prepare-se para conhecer Ushuaia, a última cidade ao sul do planeta. 

Ushuaia (Argentina): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Localizada no sul da Ilha Grande da Terra do Fogo, aos pés dos Andes Fueguinos, em território Argentino, Ushuaia é considerada a porta de entrada para a Antártica. De lá saem as expedições para o continente do extremo sul do planeta, que fica a mil quilômetros de distância. Mas essas expedições só acontecem no verão, a partir de novembro (e não custam nada barato).

Em Ushuaia, você encontrará uma paisagem espetacular, de bosques, montanhas, rios e lagos, além de muita, mas muita neve, claro. Em meio a tanta natureza, as atividades típicas da cidade não poderiam ser outras senão cavalgadas, passeios de trem, de barco, excursões em 4x4, trekking, pesca, esqui, canoísmo, ciclismo, safári, observação de flora e fauna e todas as atividades de inverno e aventuras da Patagônia. Quando estiver por lá, não deixe de pegar uma embarcação para ver os lobos marinhos nem de visitar os fósseis de dinossauros. Mas se você não faz o tipo aventureiro, a Patagônia também é para você. Dá pra caminhar e apreciar a paisagem única de Ushuaia, nos diversos mirantes ou desfrutar de um cruzeiro sobre as águas geladas do Atlântico.

Ushuaia (Argentina): o que você precisa saber antes de viajar para lá

E não é porque ela é a última cidade do mundo que sua infraestrutura é razoável. Muito pelo contrário, a hotelaria e a gastronomia de Ushuaia são de nível internacional, com estabelecimentos de até 5 estrelas. Há estâncias simples, luxuosas pousadas, refúgios e cabanas. Encontre o hotel que mais combina com você e não deixe de saborear delícias como a santola (centolla), a merluza negra e o típico cordeiro patagônico (carneiro fueguino), que possui uma das carnes mais saborosas do mundo.

Ushuaia possui um centro de esqui alpino, considerado o favorito dos times internacionais de competição para treinamento fora de temporada, o Cerro Castor, que fica a 26 km do centro. Composto de 24 pistas, para todos os níveis de esquiadores, o centro possui uma neve super fofinha durante todo o inverno e uma superfície de 600 hectares para a prática do esqui, com desnível de 800 metros. Para quem ainda é iniciante, o Cerro Castor tem três magic carpets e, para os mais aventureiros, o snowpark. Além disso, o centro possui wi-fi liberado em todo o seu território, restaurantes, bares, creche, ski shop etc.

Ushuaia (Argentina): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Além do famoso Cerro Castor, Ushuaia possui mais dez centros invernais, que oferecem diversas atividades lúdicas na neve. Vale fazer o passeio de trenó puxado por cães no Valle de Lobos, fazer aulas de eski no Solar del Bosque, participar de uma travessia durante dias seguidos pela montanha com a Tierra Mayor ou fazer uma atividade nada convencional como a snow banana, no Valle Hermoso. Se quiser patinar no gelo ou jogar Hockey, o Club Andino Ushuaia, que fica no centro do Bairro Andino, oferece aulas e aluga equipamentos para a prática desses esportes nas águas congeladas da Lagoa Del Diablo (entrada gratuita e funcionamento até às 22h).

Ushuaia também é palco de cultura, com diversos festivais internacionais, museus, exposições etc. Durante o outono austral, período conhecido como “estação das artes e da cultura no fim do mundo”, Ushuaia recebe o Festival Internacional de Música Clássica, com renomadas orquestras sinfônicas do mundo todo, a Bienal de Artes do Fim do Mundo, além de festivais gastronômicos e populares. 

Mesmo assim, a melhor época para visitar Ushuaia, caso você não queira fazer a expedição para a Antártica nem se interesse pela estação das artes, é mesmo o inverno, que se estende de junho a outubro. Por causa do clima marítimo, a temperatura não varia muito, tendo média de 0 grau durante toda a estação. De junho a julho acontecem as temperaturas mais baixas do ano, chegando a 10 graus abaixo de zero. Ou seja, dá pra sobreviver. ;)

Ushuaia é também o ponto de partida para percorrer e descobrir lugares únicos na Argentina, como navegar pelo Canal de Beagle (com saídas do Porto Turístico - onde há a famosa placa “Fim do Mundo”), do qual você poderá ver as centenas de pinguins que ficam por ali na temporada de outubro a março. Os preços variam de 250 a 470 pesos por pessoa, dependendo do passeio. Outra atividade bacana de se fazer em Ushuaia é viajar no Trem do Fim do Mundo, que parte diariamente às 10h e às 15h, com passagens a 175 pesos e duração de 1h50. Também conhecido como o trem dos prisioneiros, o trem leva os visitantes para conhecer alguns trechos do Parque Nacional Terra do Fogo

Ushuaia (Argentina): o que você precisa saber antes de viajar para lá

E, por falar em prisioneiros, visite o Museu Marítimo e do Presídio e você conhecerá bastante sobre a história da cidade. 

Para chegar em Ushuaia, você pode ir de avião, através de um voo direto de três horas e meia desde Buenos Aires (Ezeiza ou Jorge Newbery), ou de barco, saindo de Buenos Aires. A travessia pelo mar demora de três a quatro dias. É um modo lento de se chegar ao fim do mundo, mas com um visual inesquecível. Veja também Argentina: o que você precisa saber antes de viajar para lá.

Se quiser ir de carro ou de ônibus, prepare-se para percorrer 3 mil km desde Buenos Aires. Isso significa 49 horas de estrada, incluindo uma travessia de balsa pelo Estreito de Magalhães. Complicado. Mas se for seu estilo de viagem, não hesite em fazê-la.

Beijos,

Washington (EUA): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Washington DC, a capital do império americano, foi criada para impressionar, com seus imponentes edifícios e grandiosos prédios públicos. Escolhida pelo presidente George Washington para ser a sede do governo dos Estados Unidos, não é só de política que vive a cidade.

É claro que uma visita a Washington não pode deixar de conter passeios à Casa Branca, ao Capitólio ou ao Lincoln Memorial, afinal, esses lugares fazem parte do nosso imaginário, depois de tantos filmes, seriados e noticiários dos quais eles foram cenário. 

Washington (EUA): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Mas Washington respira arte: é dona do maior complexo de museus do mundo, o Smithsonian Institute, com mais de 142 milhões de obras, em 19 museus. Nove deles servem como centro de pesquisa e estão localizados no National Mall, o parque mais famoso da cidade, que recebe mais de 25 milhões de turistas todos os anos.

O National Mall abriga, além dos museus, os prédios enormes e majestosos de órgãos públicos e os monumentos mais famosos da cidade, como o obelisco National Monument. Para conhecê-lo por completo, você precisará de pelo menos três dias (e ainda será pouco), porque há muito o que ver por ali. Mas, se não quiser entrar nos prédios e museus, só passar por eles já é um passeio válido. Há um centro de informações, o Smithsonian Information Center in the Castle, que pode lhe ajudar a escolher o que fazer no National Mall. Mas não deixe de visitar o lindo Jardim Botânico e o grande Capitólio, que abriga o Congresso e a Suprema Corte dos Estados Unidos. No tour ao The Capitol, que precisa ser agendado, você poderá, além de admirar a arquitetura interior, aprender sobre a história política do país. 

Washington (EUA): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Em Washington, você viverá história. Quase tudo (ruas, avenidas, casas e monumentos) tem nome de ex-presidente, de figuras importantes ou de temas referentes aos períodos históricos do país.

Um bom meio de transporte para conhecer a cidade é a bicicleta, já que Washington é bem plana e possui mais de 80 quilômetros de ciclovia e cerca de 160 estações de empréstimo de bike. Até os ônibus têm suporte para carregá-las. Você pode alugar sua bike em uma estação e devolver na outra por US$ 7 ao dia. Mas atenção: se a devolução ou a troca passar de meia hora, você pode ser cobrado com uma taxa adicional.

Se não souber pedalar, saiba que Washington possui estações de metrô perto de seus principais pontos. Porém, a linha não cobre 100% da cidade, então, se preferir comodidade e não quiser depender somente dos transportes públicos, alugue um carro. Afinal, algumas atrações podem parecer estar bem próximas, mas vão exigir que você caminhe um bocado para chegar aonde planeja - isso porque as avenidas são bem largas (pode até lembrar Brasília).

A cidade também é muito conhecida pela diversidade da vida noturna. Há diversos pubs, teatros, bares, casas de show, clubes dedicados ao jazz, restaurantes, cafés, bistrôs e boates espalhadas por toda a Washington DC. 

Não deixe de conhecer uma das opções de ostras do menu do restaurante Old Ebbitt Grill, que já foi muito frequentado por políticos, ex-presidentes e celebridades, desde a sua abertura em 1856. Mas reserve sua mesa pelo site antes. Se chegar sem reserva, você pode ficar até uma hora na fila de espera. O restaurante fica bem próximo da Casa Branca e pode ser um ótimo lugar para você almoçar depois de visitar a casa do presidente Obama. Aliás, para conhecer a White House, você não paga nada, mas precisa agendar sua visita com alguns meses de antecedência. O tour guiado pela Casa Branca leva ao Gold-and-White East Room, onde os presidentes recebem convidados importantes, e ao The Red Room, decorada com móveis vermelhos, usada para o chá da tarde. 

Para jantar, vá à região do Golden Triangle, onde há diversos restaurantes - e onde você pode se hospedar - mas certifique-se de que eles estarão abertos. Muitos estabelecimentos fecham aos finais de semana e outros, cedo de segunda a sexta. Os restaurantes são ótimos e, os hotéis, de primeira categoria. 

Washington (EUA): o que você precisa saber antes de viajar para lá

Se você curte obras de arte, faça uma visita ao National Gallery of Art, que possui obras de Monet, Van Gogh, Dali, Gaugin e está pau a pau com o Metropolitan, de Nova York. São cerca de 110 mil obras em exibição, entre pinturas, esculturas e artes gráficas. 

Por fim, para fazer suas compras, vá ao bairro Georgetown, que abriga, além de ótimos restaurantes e hotéis, famosas lojas de marca e boutiques locais. 

Washington é uma cidade grande e, se quiser conhecê-la a fundo, vá com tempo. Mas qualquer visitinha já vale a pena, basta você administrar seus horários. ;)

Boa viagem!
Beijos,

As 9 melhores Pool Parties de Las Vegas

Como você deve saber, a festa em Las Vegas não tem hora pra começar nem pra terminar. Diferente de quase todas as cidades do mundo, não é só à noite que a cidade ferve. Em Las Vegas, você pode dançar e beber desde o café da manhã.

As festas diurnas mais adoradas de Las Vegas são as pool parties. Uma pool party, para quem não sabe, nada mais é que uma festa na piscina. E a cidade tem várias opções, em suas incríveis piscinas de hotéis. Confira quais são as pool parties mais badaladas de Vegas: 

1 - Rehab, no The Hard Rock Hotel & Casino

As 10 melhores Pool Parties de Las Vegas

A festa mais top da Cidade do Pecado é a Rehab, no Hard Rock Hotel & Casino. Ela acontece na piscina Paradise do hotel e é a maior pool party de todas -  comporta 7.000 pessoas (oi!). O valor da entrada varia conforme a festa, mas a maioria custa apenas 10 Obamas. Quem quiser ficar em uma das 50 cabanas (camarotes), pode se preparar para desembolsar um tanto a mais. As cabanas têm serviço VIP de garçons, comida e open bar. Os ingressos podem ser comprados por este site.

2 - Encore Beach club, no Wynn

As 10 melhores Pool Parties de Las Vegas

A pool party do Wynn é a segunda que mais ferve em Vegas. O Encore Beach club recebe muitos e muitos famosos em sua piscina. A festa tem uns "queijinhos" para as meninas exibirem seus corpos dançando o pole dance, e cabanas com geladeiras lotadas. Mulheres pagam $20 para entrar e homens pagam $30. Obviamente as cabanas custam bem mais (coisa de mil Obamas por grupo) e você pode fazer suas reservas no site

3 - Wet Republic, no MGM Grand

As 10 melhores Pool Parties de Las Vegas

A Wet Republic é barulhenta, lotada e cheia de celebridades como Lindsay Loham (e até o Príncipe Harry! Haha). Você pode escolher entra ficar na piscina gigantesca ou no "lounge de luxo" e suas cabanas. Além disso, a Wet Republic no MGM Grand recebe altos DJ's famosos como Calvin Harris e Tiësto! A entrada sai por $20 mulher e $30 homem (mesmo quando o DJ é famosão) e você pode comprar seus ingressos neste link.

4 - Bare Pool Lounge, no Mirage

As 10 melhores Pool Parties de Las Vegas

A Bare é considerada a festa mais extravagante de Vegas. Isso porque as mulheres são incentivadas a curtir a pool party de topless. Uepa, homarada! Mas se você, mocinha, não quiser mostrar as peitcholas, não tem problema! Não é piscina de nudismo, não. Eles só querem fazer da festa (que é uma das menores de Vegas) uma parada mais loca loca loca. Hahaha

5 - Ditch Fridays, no Palms

As 10 melhores Pool Parties de Las Vegas

A Ditch Fridays é uma festa para 3.000 personas, no Palms Hotel. Com música ao vivo, a balada tem 27 cabanas de luxo, três bares e vários bangalôs. A entrada custa $10 para as ladies e $20 para os homens. 

6 - Sapphire

As 10 melhores Pool Parties de Las Vegas

O Sapphire é um famoso strip bar, que tem como slogan "the world’s largest gentlemen’s club". Desde 2013, o Sapphire passou a promover pool parties com strippers, go-go dancers e garçons e garçonetes modeletes. Tirando esta característica ~diferentíssima~, as reservas funcionam da mesma maneira: você pode escolher ficar na piscina, nas cabanas ou nos bangalôs.

7 - Marquee Day club, no The Cosmopolitan

As 10 melhores Pool Parties de Las Vegas

O The Cosmopolitan tem uma das melhores baladas de Vegas - o Marquee Night club. Obviamente, a versão diurna da balada não seria nada mal. A pool party do Marquee Day club é relativamente nova, mas os ingressos esgotam rapidinho. A entrada custa $40 para os machos e $20 para as mocinhas. Os preços dos bangalôs são outros, claro. 

8 - Liquid, no Aria

As 10 melhores Pool Parties de Las Vegas

Dizem que a Liquid Pool lounge do Aria Hotel é frequentada por Kelly Osbourne e Carmen Electra. É uma das pool parties mais chiquetosas da cidade e possui um restaurante do Brian Massle com 50 lugares na área da piscina, além de oito grandes cabanas. 

9 - TAO Beach, no Venetian & Palazzo

As 10 melhores Pool Parties de Las Vegas

A TAO Beach é uma pool party temática, com decoração balinesa e ótimos DJ's residentes. As cabanas têm TV's, consoles de games e mini-bares lotados de bebidas (que você escolhe antes). A TAO Beach é uma das festas mais glamorosas de Vegas, e com uma ambientação única e original. 

Prepare o corpitcho, escolha a balada que mais combina com você e divirta-se! Só não esqueça o protetor solar, pelamor!

Beijos,

A Muralha da China

Um dos pontos turísticos mais incríveis do mundo é, sem dúvida, a Muralha da China, conhecida também como A Grande Muralha - que é constituída por diversas muralhas, fortes, torres e portas, construídos durante quase dois mil anos. Pois é! A Muralha começou a ser construída no ano 221 a.C. e só terminou durante a Dinastia Ming, no século XV). 

Foram os milhões de camponeses que “botaram a mão na massa” e ergueram a Grande Muralha. Em troca do trabalho, eles eram liberados do pagamento de impostos. O triste é que a maioria desses operários morria trabalhando por causa da má alimentação e do frio.

A Muralha tinha função de proteger a China dos ataques bárbaros e servia de depósito de mantimentos e de base militar para observação de movimentos inimigos. Por não se tratar de uma estrutura única, as características da Muralha variam de acordo com a região (diferença de material, técnicas de construção, relevo etc). Há partes de tijolos, partes de granito... Perto de Pequim, por exemplo, os muros foram construídos em pedras de calcário. Mas, no geral, a altura dos muros é a mesma: sete metros e meio -- e, das torres, dez metros. O comprimento da Muralha é de 8.850 Km -- medida divulgada há pouco tempo, em 2009, por cientistas chineses que, até então, pensavam que a Muralha tinha 5.000 Km.


Ela começa na província de Gansu e vai até a foz do rio Yalujiang, na província de Liaoning. Suas diferentes partes distribuem-se entre o Mar Amarelo (litoral Nordeste da China) e o deserto de Góbi e a Mongólia (a Noroeste).

Se você quiser visitar este grande (e bota grande nisso!) monumento histórico, o ideal é que você viaje para a China na primavera (maio) ou no outono (outubro). O inverno e o verão chineses são bruscos (muita neve e temperaturas negativas no frio e temperaturas que rondam os 40 graus no calor).

Para chegar à China, é preciso de visto. Para isso, você deve apresentar o passaporte com validade mínima de seis meses, passagens de ida e volta, reserva de hotel, seguro saúde internacional e comprovante de renda. Você pode enviar cópia desses documento (exceto do passaporte, que precisa ser original) pelo correio para o consulado, juntamente com o formulário preenchido, ou ir pessoalmente a um dos consulados (no Rio, em São Paulo ou em Brasília). Mais informações no site da Embaixada chinesa: http://br.china-embassy.org/por/lqfw/.

Compre um voo para Pequim e o resto da viagem pode ser feito por terra (de transporte público ou por excursões turísticas). Todos os hotéis (reserve o seu aqui) organizam passeios para a Muralha da China e, seja esperto, porque dá para barganhar o valor. Você ficar em Pequim mesmo, em Shanhaiguan (há hotéis ao pé da Primeira Passagem Sob o Céu, e de um dos acessos ao cimo da Grande Muralha) ou em Jyaiyuguan.

Há dois trechos imperdíveis e são eles os extremos da Muralha: a “Cabeça do Grande Dragão”, como os chineses a denominam, que parece beber água no Mar Amarelo; e a sua “cauda”, que se perde na poeira do deserto do Gobi. 



O trecho mais próximo de Pequim é o de Badaling, cerca de uma hora e meia em ônibus de excursão. Consequentemente, é o trecho mais lotado e também mais comercial (os vendedores ambulantes aproveitam a muvuca de turistas para vender de tudo - de frutas típicas e chaveiros até “certificados” com “Eu escalei a Grande Muralha”). 


Quanto mais se sobe as escadarias, mais tranquilo fica o passeio. O trecho de Mutianyu é bem mais sossegado e fica à mesma distância de Pequim que Badaling. Se quiser ver uma paisagem mais impressionante, vá aos trechos de Jinshanling ou Simatai, onde os aventureiros costumam fazer trekking (ficam a mais ou menos duas horas de Pequim). Para visitar outros trechos, você pode pegar um táxi ou mesmo o transporte público local. 

Mas uma coisa é fato: não importa o trecho ou o material usado para construí-lo, você não verá nada igual sobre a face da Terra!


Beijos,

Parques temáticos de São Paulo

Quem procura diversão pode preparar o tênis, o protetor solar e o espírito de criança porque há diversos parque temáticos no estado de São Paulo esperando por você (e em outros estados brasileiros, mas desses eu falo em outros textos).

O mais famoso é o Hopi Hari, com 760 mil m², considerado um dos maiores parques de diversão da América Latina. Localizado no km 72,5 da Rodovia dos Bandeirantes, sentido capital - interior com acesso no km 70,5, na cidade de Vinhedo, interior de São Paulo, o parque fica a 35 minutos da capital e a 15 minutos de Campinas.


Inaugurado no dia 27 de novembro de 1999, o Hopi Hari foi montado como se fosse um outro país (fictício, claro!). Com capital, hino, bandeira, povo e idioma nativos (o hopês, uma mistura de línguas europeias), além de uma colorida identidade visual, O Hopi Hari tem como habitantes (hópius) seus funcionários - e até um presidente.

O parque é dividido em áreas temáticas com brinquedos e atrações voltadas para público específicos: o espaço principal (Aribabiba), com os principais brinquedos; civilizações antigas (Mistieri), com atrações mais radicais; espaço infantil (Infantasia), para as crianças pequenas, o velho oeste (Wild West) e o espaço "internacional" (Kaminda Mundi), para quem procura atrações mais tranquilas.

As principais atrações do Hopi Hari são a La Tour Eiffel, um elevador de 69,5 metros de altura, com uma queda livre de aproximadamente 94 Km/h, em apenas 3 segundos; a Giranda Mundi, uma roda Gigante com 44 metros de altura; o Rio Bravo, que simula um rafting, em um rio de aproximadamente 600 metros de extensão, com corredeiras e cachoeiras; e a Montezum, a maior Montanha Russa de madeira da América Latina. Na Montezum, você percorre 1.030 metros em menos de 2 minutos, a uma velocidade de até 103km/h. É a atração mais procurada do parque. Na "Hora do Horror" (evento realizado pelo parque nos meses de agosto e setembro), um dos trens da montanha russa faz o percurso de costas. 

Para visitar o parque, é possível fazer um bate e volta de São Paulo, já que a distância não é tão grande, de carro (estacionamento R$ 35,00 por dia) ou através das linhas exclusivas de ônibus. Veja aqui os locais de saída e, para mais informações de horários e preços ligue 4007 1134 . Se você não é da capital, pode procurar por hotéis em São Paulo ou, se preferir, em Campinas ou Jundiaí, as cidades mais próximas, com ótima infraestrutura.

Na bilheteria, o ingresso (chamado “Passaporti”), que dá direito a quase todas as atrações (com exceção da Katakumb, do Namuskita, Eléktron e demais jogos eletrônicos e com prêmios, da Tirolesa e do Hadikali, que devem ser pagos a parte), sai por R$ 89,00 ou R$ 32,00 meia-entrada. No site www.hopiharionline.com.br é possível realizar a compra antecipada do Passaporti por R$ 79,00 ou em 3x de R$ 26,34 no cartão de crédito. Visitantes com idade igual ou superior a 65 anos (mediante a apresentação de documento de identidade com foto) e visitantes com até 1 metro de altura (com calçados) não pagam passaporte. Se você não gosta de brinquedos muito radicais ou só vai acompanhar alguém, o Passaporti Acesso dá direito somente à entrada no parque, por R$ 64,00. 

O parque costuma funcionar de quinta a domingo e em algumas quartas do ano, mas é bom consultar o calendário no site para não dar com a cara no portão. 

O Hopi Hari faz parte de um complexo maior de atrações, chamado Vida Completa SerrAzul, que engloba vários empreendimentos como o parque aquático Wet'n Wild, e que atrai cerca de 5 milhões de visitantes anualmente, sendo apenas o Hopi Hari responsável por 2 milhões deles.

E, por falar em Wet’n Wild, este parque aquático localizado ao lado do Hopi Hari, no Km 72 da Rodovia dos Bandeirantes, merece a visita em dias de calor (só tome cuidado com os biquínis frouxos. hahaha)


O Wet’n Wild foi criado em 1977, na cidade de Orlando, nos Estados Unidos. Ao longo dos anos, a marca se expandiu ao redor do mundo e tornou-se a mais popular de parques aquáticos mundialmente.

O Wet’n Wild de São Paulo tem uma área total de 160 mil m², com capacidade para receber 12 mil pessoas por dia, além de contar com 7 milhões de litros de água tratada e reciclada e 24 atrações para todas as idades, em uma área com lago natural e mata nativa. A principal atração do parque é o Wave Lagoon, que simula vários tipos de ondas, numa área de 2.420 m². As ondas alcançam até 1,20 metro de altura, dando a impressão de um banho de mar de verdade, com profundidade até 2,5 metros.

O ingresso sai por R$ 99,00 (aos finais de semana) ou R$ 88 (durante a semana), por pessoa, mas há promoções como "Compre 3, Leve 4" por R$ 267,00, "Compre 4, Leve 6" por R$ 356,00 ou "Compre 5, Leve 8" por R$ 445,00. Dá pra comprar online: www.wetshop.com.br

Para chegar ao Wet’n Wild, você pode ir de carro (estacionamento R$ 35,00) ou de ônibus. Consulte o Consulado do Turismo para saber onde tomar o ônibus: (11) 4215-7028 Cel: (11) 98546-9700. 

Para quem procura algo diferente, mas também divertido, o Ski Mountain Park, localizado na Estância Turística de São Roque, a apenas 54 km da cidade de São Paulo, é uma ótima pedida.


Com fácil acesso pelas Rodovias Castello Branco e Raposo Tavares, o parque está em uma das montanhas da cidade, a 1.200 m acima do nível do mar. Parte dos 320mil m² da área é de mata atlântica nativa. 

O Ski Mountain Park oferece diversas atrações em meio à natureza, como pista de esqui, paintball, arvorismo, trilha, tobogã... tem diversão para todas as idades. Inclusive, para quem procura uma boa gastronomia, o parque possui uma churrascaria, um restaurante de parrilla, uma cafeteria, uma lanchonete, uma doceria e até um lugar com comidinha caseira, chamado Delícias da Vovó. Tudo num lugar com vista panorâmica da cidade de São Roque.

As atividades podem ser pagas separadamente. O acesso ao parque custa R$ 5,00 para motos e R$ 15,00 para automóveis. A pista de esqui, por exemplo, sai por R$ 25,00 por 30 minutos; e o paintball, R$ 20,00 por 40 munições.

Há também o passaporte, que dá direito a todas as atrações. Este custa R$ 68,80 na bilheteria ou R$ 51,60 antecipado, pela internet, no site http://ingressocomdesconto.com.br/ski/. Crianças, de 4 a 7 anos pagam R$ 47,20 na bilheteria ou R$ 37,80 pela internet.

Por fim, se você procura um parque para levar crianças pequenas, o temático O Mundo da Xuxa, no shopping SP Market, na zona Sul de São Paulo, é uma boa opção. Todo o cenário e as atrações dos 12 mil metros quadrados do parque são personalizados com a marca da apresentadora Xuxa Meneghel.


O passaporte individual custa R$ 89 por pessoa, mas há combos promocionais que diminuem o valor dos passaportes conforme a quantidade. O combo para duas pessoas sai por R$ 129; para três pessoas, R$ 189; para quatro, R$ 248; e, para cinco, R$ 305. 

Escolha o tipo de parque que mais combina com você e boa diversão!

Beijos,

Santiago (Chile): o que você precisa saber antes de viajar para lá

A capital e maior cidade do Chile, Santiago, está localizada no vale central chileno, cercada por duas cadeias de montanhas: a Cordilheira dos Andes e a Cordilheira de La Costa, que emolduram a metrópole. Com fama de ser uma das melhores capitais da América do Sul para se viver, Santiago esteve no topo da lista de lugares para visitar do The New York Times, no ano passado. Portanto, se pretende viajar para o Chile, reserve ao menos três dias para explorar as ruas de Santiago.

Uma das vantagens da cidade é que as atrações são todas acessíveis a pé ou de metrô. Mas para chegar até lá, vindo do Aeroporto, se você não estiver de carro alugado, há três opções: ir de ônibus, que leva 45 minutos até o centro (na esquina das Calles Moneda e San Martin) e custa em torno de 1700 pesos chilenos; de van ou serviço privado de transfer (15 mil a 18 mil pesos em carros particulares, 5 mil a 6 mil pesos em carros compartilhados); ou de taxi, que sai de 30 a 40 dólares. Só preste atenção aos horários dos ônibus, que saem de meia em meia hora, das 5h30 à meia-noite.

Para começar o tour por Santiago, pegue o metrô Universidad de Chile em direção ao Palácio Presidencial de La Moneda, que tem pátios abertos ao público. No fundo do palácio há um subterrâneo com o Espacio Cultural, um lugar com sala de cine-arte, livraria, café e um museu de brinquedos. :D


Por trás da bela arquitetura neoclássica do Palácio de La Moneda, há lembranças de fatos históricos do Chile, como da morte de Salvador Allende, em 1973, e do bombardeio militar durante o golpe de 11 de setembro do mesmo ano. A melhor hora para visita-lo é 10h da manhã, já que dia sim – dia não, ocorre a troca dos guardas na Plaza de la Constitución, em frente à porta principal do palácio. Há algumas quadras do palácio está a Plaza de Armas, onde ficam a Catedral Metropolitana, o prédio da Minicipalidad de Santiago, o Mercado Municipal e a Estação Mapocho. Na Plaza de Armas há um posto de informações turísticas, caso você precise. Quem gosta de história política, vai adorar o Museo de la Memória y los Derechos Humanos,que abriga exposições e documentários sobre o tema, e funciona das 10h às 20h. Santiago tem museu até para quem gosta da história da moda. O Museo de La Moda é atração é perfeita para os mais antenados no assunto e concentra mais de 10 mil peças de diferentes épocas e estilistas. Para se ter ideia, um dos únicos vestidos (do mundo!) que Yves Saint Laurent criou inspirado num quadro de Mondrian está nesse acervo. O outro pertence ao museu Victoria and Albert, em Londres.

Saindo do centro histórico, não deixe de visitar o bairro de Bellavista, que possui os melhores restaurantes da cidade e aproveite para conhecer a La Chascona (Fernando Márquez de la Plata 192), a terceira casa do escritor Pablo Neruda. O local abriga fotos, anotações e até o Nobel de Literatura que ele recebeu em 1971. O lugar é cheio de passagens secretas por onde Neruda gostava de surpreender seus convidados. Se quiser apreciar uma vista incrível, não precisa escalar as Cordilheiras dos Andes, não. Do Cerro Santa Lucia (Avenida Bernardo O’higgins, 499) dá para ver Santiago lá de cima, com uma vista panorâmica. Mas não se assuste: para chegar às colinas, é preciso subir quase 300 degraus! Mas compensa, viu? O Cerro Santa Lucia funciona diariamente, das 9h às 19h e a entrada é gratuita. Outro lugar que oferece vistas incríveis é o Cerro San Cristóbal, que fica dentro do Parque Metropolitano de Santiago. Lá, você vai ver a enorme estátua da Virgem da Imaculada Conceição (14 metros de altura), de onde dá pra ver a cidade inteira, como no Corcovado, no Rio de Janeiro.

O comércio chileno segue os padrões daqui do Brasil: funciona de segunda a sábado, e os shoppings abrem de domingo a domingo.

Aproveite a cidade percorrendo suas ruas, sempre limpas, calmamente. E não se assuste caso sinta algum tremor no chão. Os terremotos são comuns na capital chilena, mas os epicentros ficam afastados. É importante que você esteja preparado psicologicamente para caso isso aconteça, mas saiba, de antemão, que eles não costumam causar nenhum estrago na cidade, que é super moderna. 

Beijos,

As vinícolas do Chile - Parte 2

No texto anterior, falei sobre as vinícolas do Vale do Maipo e de Casablanca, no Chile. Hoje, falo sobre as vinícolas do sul do país, no Vale do Rapel, que é subdividido em duas regiões: Colchágua e Cachapoal. 

Se você é apaixonado por vinhos, não pode deixar de dedicar pelo menos três dias para conhecer esta área, que possui os melhores vinhos chilenos, por causa do clima (e da proximidade com as águas frias do Pacífico). As vinícolas de Colchágua têm ótimos hotéis e restaurantes maravilhosos, além dos programas “naturebas” que envolvem caminhadas e passeios a cavalo, em meio a paisagens encantadoras.

A apenas 178 quilômetros da capital Santiago, o Vale do Colchágua habita mais de 30 vinícolas, distribuídas entre as cidades de San Fernando e Santa Cruz. Para chegar, o ideal é que você alugue um carro.

As duas grandes “estrelas” do vale são as Viña Montes e a Casa Lapostolle. 

A primeira, Viña Montes, fundada em 1988, fica na Avenida. del Valle, 945, Of. 2611, em Huechuraba, Santiago. Toda mística, a vinícola foi construída seguindo os fundamentos arquitetônicos do feng shui e seus 300 barris de carvalho francês são ninados com canto gregoriano todos os dias. Tudo isso para deixar a energia fluir entre os vinhos. A Viña Montes possui quatro tipos de tour, que incluem degustação, almoço ou passeio pela mata nativa. Tel. 56 (2) 248-4796.

Ao lado da Viña Montes está uma das bodegas mais impressionantes do Chile, a Casa Lapostolle. A vinícola é super moderna e tem um ótimo hotel, camuflado entre a vegetação. Com apenas quatro casinhas luxuosas, o hotel superexclusivo também possui uma piscina de borda infinita que permite que se tenha uma vista incrível do vale. A Casa Lapostolle permite visitas restritas a 30 pessoas por dia e foi ela que produziu a safra 2005 do Clos Apalta, que ganhou o título de melhor do mundo em 2005 entre os carménères, segundo a Wine Spectator. O restaurante é exclusivo dos hóspedes, mas a visita à vinícola vale à pena. Agende pelo telefone 56 (7) 295-3360.

Casa Lapostolle

Ainda no Vale do Colchágua, outra vinícola imperdível é a Viu Manent, que abre diariamente, das 10h30 às 16h30. Fundada em 1935, a Viu Manent possui café, centro equestre e um restaurante sensacional, que atrai os amantes da boa mesa. Lá, é possível tomar aulas de culinária, que duram de 3 a 5 horas, visitando mercados, vinhedos e propriedades rurais. O endereço é Carretera del Vino km 37, Santa Cruz. 

Mesmo que você queira só curtir a paisagem, passear pelos vinhedos de charrete ou até aprender a saltar com cavalos, é preciso agendar a visita. O telefone é 56 (2) 840-3181.

Passeio de charrete na vinícola Viu Manent

No Vale do Colchágua também está a fazenda Viña La Playa, com várias opções de lazer: piscina, sinuca, quadra de tênis, cavalgada... E um hotel em estilo colonial. Lá, é possível até organizar um churrasco com os amigos. E por falar em comida, seu restaurante é ótimo! A Viña La Playa fica no Camino a Calleuque s/n, Peralillo, Santa Cruz. Se quiser alugar um monomotor, a vinícola tem pista de pouso e cuida do fretamento do avião para você. Tel. 56 (2) 657-9991.

A vinícola Ventisquero, fundada em 1998, é relativamente nova, mas merece a visita tanto pela qualidade do vinho quanto pela beleza das paisagens ao redor. Ela fica no Camino La Estrella 401, Rancagua, no Vale de Apalta. No alto de uma das colinas, a Ventisquero instalou um deck para observação e a vista é incrível, claro! Se você for, não vai mais se esquecer do gosto do Cabernet Sauvignon misturado ao aroma da neblina que surge naquela paisagem ondulada e de verde intenso. Não deixe de provar o palta hass com salmão do restaurante do Ventisquero. O telefone de lá é 56 72 20 1240. 

Outra grande vinícola do Colchágua, na região de Lolol, é a Viña Santa Cruz, mantida mais para o turismo que para a produção em si. Lá, você encontrará passeios de teleférico, observatório astronômico e vistas cinematográficas. O endereço é Carretera I-72, Km 25, Lolol, Santa Cruz. Tel 56 (2) 221-9090.

A outra parte do Vale de Rapel, o Cachapoal, é uma das melhores regiões para cultivo da carmenère, mas não há tanta estrutura por parte das vinícolas para receber os turistas como o Vale do Maipo (ver texto anterior) e a região de Colchágua. 

É no Cachapoal que está uma das vinícolas mais antigas do Chile, a Viña La Rosa, fundada em 1824 que, até hoje, pertence à mesma família, já na sexta geração. A Viña La Rosa fica na Ruta H 66-G km 37, Fundo La Rosa, Peumo. Tel. 56 (2) 670-0620. 

Duas vinícolas com boa estrutura e recepção de turistas são a Anakena, que possui cinco modalidades de tour, dependendo da qualidade das bebidas que serão degustadas, lojas e diversas atividades como piqueniques e cavalgadas; e a Altair, que possui vinhos muito bem cotados e passeios como cavalgada a um mirante e visita à plantação. Ambas possuem restaurante, mas é preciso fazer reserva. A Anakena fica no Camino Pimpinela s/n, Requínoa. Tel. 56 (7) 295-4203. E a Altair, com visitas de segunda à sábado, das 9h às 20h, fica a aproximadamente 1Km do Camino de Pimpinela (Km 9,8). Tel. 56 (2) 477-5598. Os preços variam de R$ 65 a R$ 250.

Como comentei no texto anterior, não deixe de agendar sua visita com antecedência. A maioria das vinícolas permite a visitação somente de poucas pessoas por dia e, se você não marcar horário, pode ficar sem lugar.

Beijos,

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