Beirute

Dia 12: Beirute (Líbano) - A despedida

sexta-feira, abril 13, 2012

Terminamos nossa noite no Dany's, só para variar um pouco. Depois de jantar no Laziz, paramos para tomar um drink e nos despedir dos nossos amigos por lá. Como qualquer momento pré-despedida, uma nevoazinha já pairava sobre a minha cabeça e, somado a isso, estava meio tensa de ter que ir embora e deixa o lindo do bar por ali. Quem assistir, talvez, não entenda nada. "Cadê o clima de amor, paquera e romance?". Nem sempre é assim, ou, pelo menos, nem sempre se pode registrar no vídeo.



Depois de uma passada na casa dos nossos novos amigos, para mais uma despedida, voltamos ao hotel por volta das 5h e decidimos nem dormir, já que teríamos que estar no aeroporto de Beirute às 8h. Logo, o Ahmed passaria para nos pegar às 7h. O próprio Haissan, nosso querididinho do Mayflower Hotel, sugeriu que segurássemos a onda. Quem garantiria que não perderíamos a hora? Pois bem, às 7h o Ahmed estava pronto nos esperando, com o sorriso matinal dele que tanto nos faria falta. Ele nos deu 15 minutinhos para tomarmos o nosso café da manhã.


Nos despedimos da equipe do hotel, com direito a um "sentiremos saudades" vindo do pessoal atrás do balcão. :)

Haissan, um dos queridos que nos atendeu no Mayflower Hotel.

No caminho para o aeroporto, o Ahmed faz questão de ir embora pela avenida da Pigeons Rock, que é a pedra furada. Ele falou "esta é a última manhã por aqui, por isso vamos parar por um minutinho para vocês descerem e verem a pedra mais uma vez". :´)



Do nosso hotel no Hamra até o aeroporto, o Ahmed nos cobrou o preço que comentamos em nosso primeiro post sobre Beirut: US$ 25. Chegamos lá no horário e nos despedimos de nosso querido amigo, com aquele aperto no coração. Bem, como já falamos, o aeroporto de Beirute é uma bagunça só. Assim que chegamos, percebemos que vários homens com um uniforme horrendo ficavam na frente dos carrinhos. O que eles fazem? Nada. Não pela gente, pelo menos. Eles dão uma força para os passageiros em troca de uma grana, mas um deles nem se mexeu para nos ajudar. Oi, estávamos com duas malas cada. Alguém? Cri cri cri.

Entramos e passamos pelo primeiro raio-X, antes mesmo de entrar na área do check-in. Ali havia um ogro que pegou nossas malas e literalmente as jogou na esteira. Falamos para ele parar, mas isso só aconteceu de fato quando eu arranquei uma das malas da mão dele e pedi para ele não tocar mais em nada. Detalhe: são os guardas vestidos de militares que olham as malas. Ali estavam, pelo menos, quatro. Não se intimide por isso, porque por lá é assim mesmo. De qualquer maneira, eles nem ligaram para o desentendimento.

O nosso check-in ainda estava fechado e esperamos 30 minutos. Quando chegou nossa vez, um atendente muito mau-humorado fez nosso check-in e pudemos ver que não estouramos o limite de bagagem. Ufa! Como ainda tínhamos tempo, fomos zanzar pelo free shop que, ao contrário da fachada do aeroporto, é bonito e bem organizado. Obviamente fizemos compras, porque a vantagem de comprar em libra libanesa é imensa e vimos uma grande diferença de preço entre alguns itens, comparado a Dubai, além de São Paulo. :)

Finalmente embarcamos de volta para Dubai e, durante o voo, conseguimos dormir um pouquinho para recarregar as baterias para um dia que não terminaria nunca.

Até mais!


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