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Dia 15: Madri (Espanha) - Estádio Santiago Bernabéu, Chueca e Malasaña

terça-feira, agosto 11, 2015

Na sexta-feira, 12 de junho, acordamos cedo para mais um dia em Madri. O tempo estava bom e, como não tínhamos muito mais o que visitar na cidade, decidimos, finalmente, conhecer o Estádio Santiago Bernabéu, do Real Madrid. Mas, antes, pausa para o café-da-manhã na Cafetería Cesar Las Ventas (Calle de Alcalá, 204)


Saímos do bairro Las Ventas e, com o Google Maps em mãos, fomos caminhando até o estádio. Não era muito perto, mas, como eu já disse, para quem fez o Caminho de Santiago, qualquer distância dentro da cidade era tranquila. O bom disso foi que pudemos conhecer alguns bairros mais residenciais (e menos turísticos) de Madri, inclusive o bairro mais chique da cidade (Castellana), onde vivem os bacanões e onde estão as lojas das marcas mais renomadas do mundo.

Ao chegarmos no Estádio Santiago Bernabéu (que eu insistia em falar BArnabéu), ainda ficamos em dúvida se valia a pena pagar pelo tour ou não. O passeio custa 16 euros (e gastar 60 dilmas para algo de que não gostamos era dureza), mas, como parte do estádio estava fechada para um evento e não poderíamos visitar o vestiário e a sala de imprensa, o ingresso para o tour estava sendo vendido a 10 euros. Não fazíamos questão de conhecer o vestiário mesmo (a não ser que os jogadores estivessem lá. Hahaha) e compramos os ingressos. 


O tour começa pela parte mais alta da arquibancada, de onde temos uma vista panorâmica do campo. Eu, obviamente, fiquei com medinho de toda aquela altura.


Seguimos, então, para a parte interna do estádio, onde está a sala de troféus, com todas as taças que o Real Madrid ganhou. A sala é linda e super interativa. Nas paredes, ficam passando jogos antigos -- que hipnotizam os homens -- com os melhores passes do time. 


Na sequência, passamos por uma sala que apresenta todos os jogadores do Real Madrid e seus uniformes. Apesar de não gostarmos NADA de futebol, ficamos impressionadas com a beleza e a tecnologia do museu.


Depois, voltamos para o campo, na parte térrea, e saímos na loja oficial do Real Madrid. Como você deve imaginar, é tudo bem baratinho ali (só que não) e não compramos nem uma lembrancinha. Não amamos porque odiamos futebol, mas foi bacana. Para quem é fã do assunto, com certeza este é um passeio imperdível.

Saindo de lá, voltamos a pé, passeando de novo pelos bairros mais residenciais. Visitamos algumas lojas como a Zara Home, a Nespresso, outro El Corte Inglés... porque realmente estávamos de bobeira. Voltamos pra casa, tomamos banho, arrumamos nossas malas, nos arrumamos e perguntamos se o Bart, nosso anfitrião, queria sair com a gente. Afinal, era sexta-feira. Mas antes de cairmos na night (ô!), demos uma passadinha na Plaza de Toros de Las Ventas porque estava rolando o segundo show do Pablo Alborán (o mesmo show que tínhamos ido na noite anterior).


Tínhamos marcado de encontrar o Bart na estação Chueca do metrô, no bairro gay, que visitamos na quarta-feira durante o dia. Fizemos um "esquenta" na Taberna Ángel Sierra (Calle de Gravina, 11), um dos bares mais antigos da cidade, fundado em 1917, para esperar os amigos do Bart.


Depois, seguimos a pé até o bairro de Malasaña, considerado o bairro mais badalado de Madri.


Paramos no bar El Balcón de Malasaña (Plaza Juan Pujol, 1) e dois amigos do Bart chegaram: o Victor e o Nasser, o libanês madrileño. Tomamos umas cervejinhas e logo eu e a Cintia precisávamos partir porque voltaríamos de metrô.


Caminhamos até a estação Callao e descemos na estação Las Ventas. Chegamos antes das 2h da manhã. E o Bart, só Deus sabe! Hahaha. Mas nós precisávamos mesmo dormir porque, no dia seguinte, a Cintia partiria de volta para o Brasil, às 7h da manhã. :(

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Beijos,


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