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Dia 12: Madri (Espanha) - Trem eterno, casa do Bart e saidinha

terça-feira, julho 28, 2015

Na terça-feira, dia 9 de junho, acordamos bem cedo em A Coruña e pegamos o ônibus para a estação de trem. Como contei no post anterior, comprar as passagens de volta para Madri foi uma novela, mas acabamos conseguindo pelo site da Renfe. Chegando na estação, mostramos o número do localizador da reserva ao atendente e emitimos nossos bilhetes.


Compramos as mais baratas e, por isso, o trem que pegamos não era dos mais modernos. Na verdade, era terrível: lento, com mil paradas, desconfortável... Foi uma longa e chatérrima viagem de oito horas. 


Quando, finalmente, chegamos em Madri, às 16h, tomamos o metrô rumo ao bairro Las Ventas, onde reservamos um quarto na casa do Bart, pelo Airbnb. O apartamento é enorme e tem vários quartos "escondidos" -- que estavam ocupados por vários outros turistas. Além disso, o Bart é super gentil e hospitaleiro.

Las Ventas é um bairro ligeiramente distante do centro e da badalação, mas sabíamos que era um bairro bacana (por indicação de amigos) e que poderíamos ir a pé ao show do Pablo Alborán, que seria na quinta-feira.

Devidamente instaladas, eu tomei um banho correndo e fui até a casa do meu amigo, na Calle Serrano, buscar nossas malas, enquanto a Cintia tomava o banho dela. Lembra que contei que, antes de partir só com nossas mochilas para o Caminho de Santiago, deixamos nossas bagagens na casa dele? Falei sobre isso aqui

Tomei um táxi, fui e voltei rapidinho. Nos arrumamos -- oh, glória! -- e matamos a saudade que estávamos de ficar limpas e maquiadas (e bota maquiadas nisso! Hahaha). 


Ficamos tão empolgadas em nos arrumar, que logo saímos para romper la noche (só que não).


Estávamos combinando de encontrar o Diego (aquele nosso amigo do Caminho de Santiago), mas acabamos não conseguindo. Ele tinha um jantar com os amigos dele e nós fomos para o centro. Começou a chover e estávamos mortas de fome, sem a mínima vontade de comer tapas. Entramos no KFC da Puerta del Sol e matamos nossas lombrigas. 


Ficamos ali durante um tempo, aproveitando o Wi-Fi e esperando a chuva diminuir, até que chegou uma promoter do Clubbers Tour Madrid perguntando se já tínhamos aonde ir. Eu já sabia que esses promoters enchiam o saco para entrarmos nas baladas porque, em minha primeira noite em Madri, eu e o Francisco dispensamos vários deles. Mas, como eu e a Cintia não tínhamos mesmo nada para fazer, topamos conhecer a baladinha da promoter. Era o Clubbers Shot Point. Uma merda.  


Não ficamos nem dez minutos na balada, que parecia mais um inferninho da Rua Augusta tocando reggaeton, tomamos o drink que ganhamos e fomos embora. Passeando pela Puerta del Sol, vimos um cassino. E entramos. 


Estava tudo tão divertido, mas ao contrário, que achamos melhor voltar para Las Ventas logo. Caminhando da estação do metrô até a casa do Bart, nos deparamos com um bar chamado Taberna La Tienta (que eu falei errado no vídeo porque não consegui ler) e decidimos parar para tomar uma cervejinha, já que parecia mais animado que qualquer outro lugar que tínhamos ido. 


A Taberna La Tienta é um bar muito local, que não tem turista nunca (foi o que nos disseram) e é ponto de encontro entre toureiros, apostadores e dançarinas de Flamenco. Que máximo! A decoração é toda típica e há cabeças de touro para leilão por todos os lados. Acabamos batendo papo com um toureiro e um fazendeiro que estavam tomando um vinho e ficamos amiguinhas do garçom. O que não sabíamos era que este bar viraria o nosso point enquanto estivéssemos hospedadas no bairro Las Ventas.

Ficamos uns quarenta minutos por lá e voltamos para a casa do Bart. A vontade de diversão era grande, mas estávamos muito cansadas da péssima viagem de trem que fizemos e já era tarde. Decidimos dormir. No dia seguinte, passearíamos bastante.

Veja todos os posts da Espanha aqui.

Até a próxima!
Beijos,


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